sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Evangélico, deputado Natan Donadon pediu em nome de Deus que colegas não cassassem seu mandato; Dez parlamentares da bancada evangélica se abstiveram

O processo de cassação do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha, terminou com a manutenção de seu mandato após uma votação secreta na noite da última quarta-feira, 28 de agosto.
Mesmo preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e com os direitos políticos cassados pela Justiça, Natan seguirá exercendo seu mandato.
Dos 76 parlamentares da bancada evangélica, 10 não votaram, embora alguns deles tenham marcado presença na sessão aberta exclusivamente para essa votação.
Entre os deputados que marcaram presença, mas não votaram, está o pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Em seu perfil no Twitter, Feliciano justificou a ausência de seu voto: “
“Estou nos EUA. Viagem marcada há dois meses. Fiquei ontem [quarta-feira, 28] no plenário até as 19:30h. As 20:00h já estava no aeroporto. Desde as 16:00h já havia quorum para votação, mas não colocaram nada em votação até o horário em que pude ficar lá [...] A votação de Cassação iniciou as 20:30h. As 20:39h eu já havia embarcado. Por este motivo não participei da votação”, explicou-se.
A viagem, segundo o pastor, seria um compromisso oficial pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM): “Falarei aqui nos EUA a lideres da comunidade de língua portuguesa. Incluindo representantes de imigrantes brasileiros que estão presos. Quando assumi a CDMH falei que lutaria pelos direitos das centenas de brasileiros que estão presos aqui nos EUA por estarem ilegais. Levarei o relatório da viagem e apresentarei à CDHM na próxima semana. E a viagem toda está sendo custeada pelos lideres que me convidaram”, afirmou Feliciano.
Além do pastor Marco Feliciano, os outros integrantes da bancada evangélica que foram à sessão e não votaram sobre a cassação de Donadon são: André Zacharow (PMDB-PR) [contatos: (61) 3215-5238 /dep.andrezacharow@camara.leg.br]; José Carlos Araújo (PSD-BA) [contatos: (61) 3215-5246 /dep.josecarlosaraujo@camara.leg.br]; Leonardo Quintão (PMDB-MG) [contatos: (61) 3215-5914 /dep.leonardoquintao@camara.leg.br] e Sérgio Brito (PSD-BA) [contatos:  (61) 3215-5638 /dep.sergiobrito@camara.leg.br].
Completam a lista de parlamentares da bancada evangélica que não votaram na sessão os deputados Laercio Oliveira (PR-SE) [contatos: (61) 3215-5629 / dep.laerciooliveira@camara.leg.br]; Natan Donadon (alvo do processo); Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) [contatos: (61) 3215-5230 /dep.rosinhadaadefal@camara.leg.br]; Sabino Castelo Branco (PTB-AM) [contatos: (61) 3215-5911 /dep.sabinocastelobranco@camara.leg.br] e Zé Vieira (PR-MA) [contatos: (61) 3215-5405 /dep.zevieira@camara.leg.br].
Defesa em nome de Deus
Antes da votação, Donadon teve o direito de discursar em sua defesa perante os colegas parlamentares, e durante 40 minutos falou sobre sua condenação no STF, e se definiu como inocente: “Não sou ladrão, nunca roubei nada. É acusação injusta”, disse o deputado que é evangélico, e integrante da bancada evangélica.
Depois de citar as inúmeras dificuldades que alega estar passando na prisão e em relação ao sustento de sua família e custeio dos estudos de seus filhos, Donadon disse que a acusação de desvio de verbas públicas era inverídica.
“Como Deus está no céu, pelo que é mais sagrado, por Deus e pela minha família, eu não seria louco ou quase louco para assinar pagamentos sem documentos. Eu não era louco, não estava ficando, nem estou, porque não fiquei louco até hoje. Sr. Presidente, eu fiz os pagamentos legais. Eu não desviei 1 centavo, Srs. Deputados. Pelo amor de Deus, façam justiça!”, implorou o deputado.
Segundo Donadon, sua condenação é injusta porque o Ministério Público teria ignorado evidências que o inocentavam, e se negado a conferir junto às empresas que haviam sido contratadas para prestar serviços à Assembleia Legislativa de Rondônia se os pagamentos tinham sido efetivados.
“Eu nem culpo o Supremo, porque o Ministério Público não mandou as provas que me absolviam; eles colheram as provas. Não encontraram processo, não encontraram documentos. Então, vamos condenar todo o mundo. É muito fácil [...] Nós [o deputado e sua equipe de advogados] pedimos: Quebrem o sigilo bancário. O meu foi quebrado, e não encontraram nada. Por que o meu foi quebrado, Presidente? E nós solicitamos: Quebrem o sigilo bancário das empresas então, e vocês verão que o serviço foi executado. Se o processo sumiu, se vocês não o encontraram, é muito simples. O que eles queriam eles conseguiram: condenar. Mas se eles quisessem investigar — eles têm condições, têm capacidade, têm preparo; e se eles não os tivessem, que pedissem à Polícia Judiciária para que fizessem as investigações para descobrir a verdade, presidente, mas não culpar um inocente. Veja a minha declaração de Imposto de Renda. Eu só tenho uma casa. No meu terceiro mandato, eu só tenho uma casa. Cadê o dinheiro, presidente? A mídia fala em 8 milhões [desviados]. Que absurdo!”, lamentou o deputado.
“Eu não vim aqui para dizer mentiras; se viesse para mentir, eu não viria, eu não viria para mentir. A minha consciência não permite isso. A Bíblia diz: ‘E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará’. Nada pode contra a verdade, a não ser a favor da verdade. Eu estou dizendo a verdade aos senhores”, disse Donadon, reiteradas vezes.
O pedido de misericórdia de Natan Donadon foi enfático e direto: “Quero olhar aqui nos olhos de vocês. Pelo que é mais sagrado, pela minha família e por Deus, eu não desviei. Eu sou inocente. Acreditem na verdade. Eu peço uma oportunidade a vocês, ao povo brasileiro que está me vendo neste momento, ao Supremo, a quem quer que seja. Eu sou inocente. Não tirem o meu mandato. Deus sabe que eu estou dizendo a verdade”, argumentou.
A manutenção do mandato de Natan Donadon só foi possível porque os votos favoráveis à cassação não alcançaram os 257 necessários. Foram 104 ausências (incluindo as 50 abstenções), 131 contrários e 233 a favor, faltando 24 votos para que o deputado condenado pelo STF perdesse o cargo.
Entre os deputados da bancada evangélica que não votaram na sessão de cassação de Natan Donadon, apenas Marco Feliciano publicou nota de esclarecimento.
Gospel+ abre espaço para que os parlamentares esclareçam a ausência perante aos seus eleitores, caso tenham interesse.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Vídeo de travesti cantando em culto da Assembleia de Deus gera críticas e elogios de evangélicos nas redes sociais; Assista

O travesti Marcio Collins tornou-se o novo alvo de polêmica nas redes sociais devido a um vídeo publicado no YouTube em que ele canta a música “Não Morrerei”, de Marquinhos Gomes, num culto da Assembleia de Deus Nadando na Benção, em Pavuna, Rio de Janeiro.
Marcio foi ao culto e pediu oportunidade ao pastor para cantar, e teve sua apresentação filmada e repercutida na web. De acordo com os comentários do vídeo no YouTube, Marcio foi criado numa família evangélica, mas ao revelar sua homossexualidade, teria sido expulso de casa pelo pai, passando a viver nas ruas de Duque de Caxias, RJ.
De acordo com o portal Surgiu, o líder da igreja, pastor Giovanni Vieira, teria afirmado em seu perfil no Facebook que permitiu que Marcio Collins cantasse no culto porque ele teria buscado orientação espiritual. “Gente, o culto hoje da Pavuna explodiu tudo! Divulgue isso, ele pediu nossa ajuda. É muito forte”, disse Vieira, sem comentar o fato de Marcio estar vestido como mulher.
A atitude do pastor em permitir que o travesti cantasse foi criticada por muitos internautas, e apoiada por outros, que entenderam a iniciativa do pastor como uma forma de acolhê-lo.
“Aprender a discernir os espíritos é algo para poucos. Acho que esta pessoa enfim encontrou um palco, só isso! Aliás, isso já virou moda nas igrejas ‘evangélicas deste país’. Na Bíblia as expressões de conversão são dotadas de contrição e profundo sentimento de vergonha e arrependimento, não um showzinho particular”, escreveu um dos internautas, reprovando a decisão do pastor.
“Quem tem promessa de Deus, não morre nãoo! Homens hipócritas, que nada esta bom, que gostam e julgar. Até mesmo se fosse um vídeo comum, de outra pessoa cantando, iriam começar a fala mal da voz, da afinação… Ide pregai o Evangelho a toda criatura, e o resto é com Deus”, comentou uma usuária, apoiando a postura do pastor.
Assista o travesti Marcio Collins cantando durante o culto da Assembleia de Deus Nadando na Benção:




quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Ministério Público investiga denúncia de que “traficantes evangélicos” estariam proibindo cultos de religiões afro em comunidades

Uma denúncia de que traficantes que se declaram evangélicos estariam proibindo cultos de religiões de matriz africana nas comunidades de Vaz Lobo e Vicente de Carvalho, zona norte do Rio de Janeiro, será investigada pelo Ministério Público e pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR).
A denúncia relata que centros espíritas estariam sendo invadidos e seus frequentadores ameaçados por usarem roupas brancas. Os autores das agressões se apresentam como integrantes do tráfico de drogas e ordenam o fim dos trabalhos nos locais.
Ivanir dos Santos, presidente da CCIR, afirmou que a situação é recorrente: “Isso não começou hoje, vem desde 2008. Precisávamos conversar neste momento com o Ministério Público para conseguir uma atuação mais concreta. Amanhã [quarta-feira, 04 de setembro] vamos levar um documento para entregar ao ministério e pretende-se instaurar uma ação civil pública para que possa haver uma investigação de tudo que pode estar por trás deste tipo de atitude”, declarou.
O procurador Márcio Mothé afirmou que a denúncia é grave e deve ser apurada: “A comissão vai nos entregar um documento que encaminharemos aos promotores da Tutela Coletiva de Cidadania e pretende-se que seja instaurado um inquérito civil para que o promotor da área possa identificar os locais onde estão ocorrendo maior intolerância. Há a notícia grave de que seria o tráfico e uma determinada religião influenciando, fazendo uma pressão em detrimento de outro. Isso será apurado e o Ministério Público tomará as providências cabíveis a partir disso”.
Já o delegado Henrique Pessoa, responsável pelo núcleo de combate à intolerância religiosa, observou que a postura do Ministério Público em dar atenção a esse tipo de situação é sinal de avanço: “Acredito que é uma atuação muito oportuna, vai ter um aspecto emblemático e didático muito forte. É uma tentativa que vem ocorrendo há seis anos, tentando mostrar que o Estado está ciente, está realmente observando o fato com a devida relevância, porque muitas vezes as pessoas tendem a achar que o fato é de menor relevância, quando isto envolve uma dimensão única da pessoa, qual seja sua escolha religiosa”, pontuou, segundo informações do portal Terra.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Apóstolo Luiz Hermínio diz que cantores gospel agem como “cafetões” tratando a igreja como “prostituta”; Assista


O mercado gospel, ambiente em que artistas, empresários e promotores de evento atuam profissionalmente, às custas da venda de CDs, DVDs, livros e cachês por apresentações em igrejas e eventos, foi duramente criticado pelo apóstolo Luiz Hermínio, líder do ministério Missões Evangelísticas Vinde Amados Meus (MEVAM).
Num vídeo que circula pelas redes sociais, Luiz Herminio afirma que esses profissionais atuam como cafetões, tratando a igreja como “prostituta”, numa alusão à exploração comercial.
“Eu não sustento artista no púlpito. Sustentamos pobres nos lugares carentes. Nós não damos dinheiro pra artista, não alimentamos essa ‘lixologia’ gospel, essa meleca. Nós alimentamos a cidade carente”, disse o apóstolo, complementando: “Um dia esse povo vai ter que acertar as contas com Deus, aonde está o dinheiro dos CDs, dos livros, dos shows [...] Você que tem abusado da noiva, da igreja, Deus vai te pegar. Você que está enriquecendo nas costas da igreja,  trata a igreja como uma prostituta, seu cafetão… A noiva não é prostituta, você é cafetão, mas a noiva não é prostituta”, disparou.
A mensagem de Luiz Herminio tinha como tema “Entendendo o tempo e o modo de Deus”, e foi publicada no canal oficial do ministério MEVAM no YouTube em julho deste ano.
O líder sugere ainda que os dirigentes de outras denominações boicotem artistas gospel que só se apresentam mediante pagamento. “Por favor, não leve pessoas na sua igreja que cobram pra cantar e pregar. Quem cobra por uma noite de intimidade é a prostituta, não é a noiva [...] Quanto é que você cobra por duas horas? Quanto é que você cobra por 20 músicas, seu ladrão? Você é ladrão da noiva, você é cafetão, só que a noiva não é prostituta! Ela tem um noivo e Ele vai buscá-la, viu? Te cuida”, alerta o apóstolo.
Assista:

Lula, o filho mais malandro do Brasil

Discorrer acerca de Luiz Inácio nos dias de hoje virou brincadeira de mau gosto, ou quiçá bullying. Bater no moribundo (politicamente falando, e não apenas) deixou de ser tarefa exclusiva de uma parcela mais cética e lúcida da sociedade brasileira e passou a ser algo mais simpático e digerível até por aqueles desiludidos que outrora o aclamavam.
Entre os anos de 2005 e 2007 o então articulista de Veja, Diogo Mainardi, tratou muito bem do assunto, com trabalho denodado, martelando “A Anta” – apelido carinhoso empregado pelo mesmo a Lula – de maneira tenaz, fechando um ciclo interessante e contribuindo de forma substantiva na tentativa de sepultar o, à época, presidente. Um outro a engrossar o tom foi Reinaldo de Azevedo que, com peculiar sapiência e intrepidez, elevou, não apenas o tom, mas também o período vertiginoso com críticas incisivas durante toda a trajetória do imprestável trabalho deste homem a desserviço da nação brasileira. A lista seria vasta, elencar todos necessitaria de trabalho hercúleo e demorado. Mas muitos outros também manifestaram sua insatisfação com o que estava – e está -  sendo feito do Brasil, com auspiciosa cooperação no intento de enterrá-lo politicamente. Mas divago.
Passam-se os anos e ficam os legados, ou melhor, neste caso, os desmantelos. Lula conseguiu ludibriar muita gente – não só do Brasil, mas em boa parte do mundo – com o seu (des)governo, o mais perdulário e corrupto da ‘história desse país’ – expressão que o mesmo adora utilizar para se auto glorificar. Nada mais antiquado. Em seguida, Dilma Rousseff apresenta-se ao Brasil pelo “dedão” do seu padrinho e, mesmo com mensalão, corrupção descarada, alianças fisiológicas, acordos de forma sub-reptícia e muita chicana, incrivelmente ela, ainda assim, conseguiu vencer as eleições. Com cara rabugenta, de madrasta mal amada, e fama de moralista/ reformista ela chega assomada de muita expectativa. De boas-vindas recebe um belo presente de grego: uma gigantesca e tácita herança maldita do seu antecessor (sobretudo no campo econômico). Agora temos a gestora rabugenta e o “herói-salvador”. Ambos forjados no mesmo abjeto embrião ideológico. Muda apenas o gênero e um pouco do cinismo, pois um é mais explícito que o outro.
Lula deixou o governo ovacionado, como homem que mudou a vida e o destino de milhões de brasileiros – nada mais propagandístico e leviano, típico do PT e de governos da sua laia. Dilma deparou-se com um mundo mais desfavorável e não teve a mesma sorte. Por conseguinte, deixa o país descarrilhar perdendo totalmente o controle de tudo que antes era deliberado pelo seu partido; da população aos seus aliados no congresso; de parte da mídia aos seus correligionários. A verdade veio à tona. O sonho de uma noite de verão acabou. Segundo o economista, PhD pela Universidade de Chicago, Paulo Guedes: “a maré baixou e o Brasil estava nadando pelado”. Agora é hora das agruras e, inexoravelmente, de um choque de realidade. Aos investidores do mundo não restam duas ilações, apenas uma: o governo fracassou!  “O Brasil é o país do futuro” – e continua a ser. Até quando? Ninguém sabe.  Não custa rememorar que esta famigerada frase foi dita pelo escritor austríaco Stefan Zweig aquando estava exilado no Brasil e, pouco anos depois, o mesmo suicidou-se. Vai ver, austríaco disciplinado que era, não tinha tanta paciência com estas eternas postergações – que duram até hoje, 73 anos depois.
E o Lula? Sumiu de cena. O filho mais malandro do Brasil abandonou seus amigos no baile na hora da confusão e, provavelmente, só voltará quando tudo estiver mais tranquilo perguntando o que aconteceu, pois ele (como sempre) não viu e não sabe de nada – assim ilustrou de forma brilhante o jornalista Paulo Martins recentemente, e eu concordo ipsis litteris. Com efeito, e a contragosto, Lula parou de fazer o que ele mais gosta na vida: auto congratular-se de um país “criado” por ele e vender irrealidades travestidas de orgias sociais como sempre veio a fazer durante todo esse tempo. Reitero: orgia social sim! Pois a única reforma, de fato, que ele fez foi na vida do próprio filho onde, da noite pro dia, deixou de ser um simples monitor de jardim zoológico e tornou-se um grande milionário na área das comunicações, recebendo atenção até mesmo da revista Forbes. E o cara de pau do Luiz Inácio Malandro da Silva disse ao povo brasileiro que não imaginava ter um “Ronaldinho dos negócios” dentro de casa. Coincidência, e eu não acredito nelas, é que o “talento” nato de seu filho Lulinha só veio assomar-se, e o mesmo locupletar, quando o pai chegou à presidência da República. Sinceramente, é esnobar demais do intelecto brasileiro.
Não há mais espaço para essa gente inescrupulosa na política brasileira. Eu, otimistamente, espero que o Brasil deixe de ser aquela “mulher de malandro“ que apanha, apanha, apanha e depois sempre volta atrás. Está na hora de um divórcio, longo e duradouro, desses canalhas! Chega de inércia e parcimônia, vamos dar vez à razão e façamos dessa insatisfação -que eclodiu semanas atrás- consubstanciar-se em votos de repúdio ao PT nas urnas em 2014. O precipício é escuro e profundo e já está logo à frente; a mudança de rumo não pode mais tardar, pois a queda pode ser muito forte e os danos irreversíveis. Precisamos, urgentemente, enDIREITAr o Brasil. Amém!
* Mestrando em Ciência Política na Universidade Nova de Lisboa.

Aposentado se apaixona por cabra e casará com animal na Igreja do Diabo

Um casamento curioso entre um aposentado e uma cabra vem chamando atenção e ganhando destaque na imprensa nacional e internacional. Aparecido Castaldo, 74 anos, se casará com sua cabra de estimação, Carmelita.
O fato por si só já é suficientemente inusitado, porém o “casal” terá a união celebrada na Igreja do Diabo, à meia noite do dia 13 de outubro. “Dia 14 é o ‘dia das almas’, por isso vamos fazer exatamente na hora da virada de domingo para segunda-feira”, explica Toninho do Diabo, “bispo” que conduzirá a cerimônia.
O aposentado é viúvo e pai de oito filhos, e rebate as críticas com discurso ensaiado, segundo Toninho: “Quando alguém diz que é errado, ele afirma que a cabra não engravida, não fala e não pede dinheiro para fazer compras no shopping”.
A opção de Aparecido foi destaque no site do jornal Meia Hora e no portal norte-americano Huffington Post. Embora a busca do aposentado seja por evitar despesas, a cabra Carmelita já deu um prejuízo: comeu o vestido que seu noivo encomendou para a cerimônia. “A culpa foi minha, eu passei uma essência de maçã no véu, isso chamou a atenção dela. Mas já compramos outro”, explicou Toninho.
No entanto o bispo da Igreja do Diabo garante que Aparecido não praticará zoofilia: “Aparecido mora sozinho. Esta não é a primeira cabra que ele tem, porque gosta de animais. Ele só precisa de uma companhia. Não haverá relação sexual entre os dois”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Durante protestos, terroristas muçulmanos incendeiam e destroem igreja cristã no Egito; Assista

Um vídeo publicado no YouTube mostra a destruição de um templo cristão no Egito por parte dos terroristas muçulmanos que protestam contra o governo militar do país, que entrou em cena após a deposição do primeiro presidente eleito, Mohamed Morsi.
Um líder cristão não identificado afirmou à Missão Portas Abertas que uma menina de 10 anos foi assassinada a tiros por um dos terroristas muçulmanos enquanto voltava para casa depois de um estudo bíblico na igreja. “Esses são os dias mais difíceis que eu já testemunhei. O Egito pacífico está agora embebido em violência, ódio e desejo de vingança”, disse o religioso, que preferiu o anonimato por questões de segurança.
“O nível de violência contra os cristãos coptas, seus bens e empresas não tem precedentes no Egito moderno, tanto em seu escopo, quanto no número de igrejas e estruturas atacadas”, afirmou Robert George, presidente da Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF), em um comunicado à imprensa.
Samuel Tadros, um estudioso do Egito, declarou à agência de notícias Associated Press que a Irmandade Muçulmana está culpando os cristãos pela a queda do presidente Morsi, e afirmou que o papa copta, Tawadrous II, maior líder dos cristãos coptas, passou a se esconder por temer a violência.
A igreja de São Jorge, na cidade de Sohag, foi invadida, saqueada, depredada e incendiada pelos terroristas muçulmanos durante a onda de protestos. Segundo o portal Baptist Press, os ativistas ainda sequestraram um caminhão do corpo de bombeiros para evitar que o incêndio fosse apagado.
Assista o ataque à Igreja de São Jorge:







Pastores sofrem mais com depressão e ansiedade do que qualquer outro profissional, revela estudo

Pesquisas sobre o estado de saúde emocional de pastores após anos de ministério são feitas com regularidade para medir o tamanho do estresse vivido pelos líderes evangélicos. O estudo mais recente, feito com 1.726 pastores, descobriu que o cargo expõe os ministros a um risco de depressão e ansiedade muito maior do que outras atividades profissionais.
Segundo o relatório da Clergy Health Initiative (CHI), a pesquisa constatou que os pastores com depressão chegaram a 8,7% do total de entrevistados, e os casos de ansiedade a 11,1%. A média das demais profissões para ambos os casos nos Estados Unidos é de 5,5%.
“Pastores podem ter criado uma vida para si que é tão fortemente entrelaçada com o seu ministério, que sua saúde emocional depende do estado do seu ministério”, declarou Jean Proeschold-Bell, diretor de pesquisa da CHI. “Então, é possível que quando os pastores sentem que seu ministério está indo bem, eles experimentam emoções positivas potentes o suficiente para protegê-los de sofrimento mental. Naturalmente, o inverso também é verdadeiro”, complementou.
O estudo indica que a depressão e ansiedade em pastores são causadas ​​principalmente devido a atividades estressantes que eles são obrigados a realizar, como aconselhamentos, atendimento das demandas comuns das igrejas e o preparo das mensagens semanais, segundo informações do Christian Post.
“É comum que os profissionais de saúde pública peçam aos pastores que ofereçam programas de saúde para os seus fiéis. Estes resultados dizem-nos que temos de reverter o curso e estudar uma forma de atender a saúde mental dos próprios pastores”, afirmou Jean.
O diretor da pesquisa também aconselha que os pastores usem um tempo fora do ministério, formando novas amizades de fora da igreja ou até buscando aconselhamento profissional se necessário.
“É preocupante que uma elevada percentagem de líderes religiosos sofra com a depressão, enquanto eles estão tentando inspirar congregações, comunidades e empreendimentos de mudança social, ou mesmo tentando fazer o aconselhamento de seus próprios companheiros. Estas são responsabilidades que você realmente quer uma pessoa mentalmente saudável esteja à frente, mas pode ser exatamente esses desafios e responsabilidades que podem estar causando essas altas taxas de depressão”, complementou.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Batalhas judiciais e dívida de R$1 milhão por descumprimento de decisões assolam a Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil

A batalha judicial protagonizada pelos apoiadores do pastor Samuel Câmara com a atual diretoria da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB) teve novos capítulos recentemente.
Após a concessão por parte da Justiça do Amazonas de uma liminar que suspendia a realização da 6ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE) na data de ontem, 02 de setembro, foi cassada após a direção da CGADB recorrer da medida, no dia 30 de agosto.
A decisão de invalidar a medida cautelar foi tomada pelo desembargador Paulo César Caminha e Lima, do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas. Além de suspender a AGE, essa liminar determinava também a reintegração do pastor Ivan Bastos à função de Primeiro Tesoureiro da entidade, o que não foi realizado após a apresentação do recurso.
Durante a realização da AGE ontem, na Assembleia de Deus do Belenzinho, em São Paulo (igreja pastoreada pelo presidente da CGADB, José Wellington Bezerra da Costa), foi definido através do voto de 2.638 convencionais inscritos, que o pastor Ivan Bastos seria desligado do quadro de filiados da CGADB. Dentre os presentes, 2.504 votaram pelo desligamento do pastor, 134 votaram contra a medida.
No lugar de Bastos foi empossado o pastor Álvaro Alen Sanches, que havia sido eleito para o cargo de Segundo Tesoureiro da entidade durante a 41ª Assembleia Geral Ordinária (AGO). Durante a AGE de ontem, o pastor Josias de Almeida Silva foi eleito para o cargo de Segundo Tesoureiro, ocupando o espaço vago pela “promoção” de Sanches ao cargo de Primeiro Tesoureiro.
Multas
O pastor Geremias do Couto comentou em seu blog a decisão do desembargador Paulo César Caminha e Lima de derrubar a liminar que suspendia a AGE: “A reunião está provisoriamente amparada [pela Justiça], ficando na dependência do julgamento de mérito ainda sem data marcada para ocorrer, o que pode assim mesmo torná-la nula de pleno direito, caso seja esse o entendimento do juiz”. Para Couto, a decisão provisória da Justiça torna provisória também a exclusão do pastor Ivan Bastos, assim como a definição de quem ocupará os cargos na Tesouraria da CGADB.
Entretanto, Geremias do Couto menciona outras situações em que a direção da CGADB estaria descumprindo decisões judiciais. Segundo o pastor, a conta a pagar da entidade com a Justiça já somaria altas cifras: “Essa é uma sequência de outros atos em que a Mesa Diretora também não acatou decisões judiciais, como, por exemplo, deixando de apresentar a conciliação bancária para definir os que de fato estavam inscritos para participar da AGO em abril e a eleição do Conselho Administrativo da CPAD, que, segundo decisão judicial, deveria ser realizada após a eleição da Mesa Diretora. A multa diária com a justiça já ultrapassa um milhão de reais!”, exclama o pastor.
No entendimento do pastor e blogueiro, as decisões tomadas possuem apenas duas explicações plausíveis: “Ou o pastor José Wellington perdeu todos os limites em sua sanha de perpetuar a família Costa no comando da CGADB, promovendo mais uma cisão nas Assembleias de Deus, ou está extremamente mal-assessorado por causa de acordos obscuros para se sustentar como presidente da CGADB. O tempo dirá. Mas a continuar assim, outras multas virão e até mesmo decisões mais drásticas poderão acontecer”, escreveu.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Promotor diz que proibição de casamentos gays não é preconceito

Henrique Limongi vetou duas uniões homoafetivas em Florianópolis.
OAB pediu providências contra o magistrado do Ministério Público.


O promotor Henrique Limongi afirmou, em nota, que a decisão de proibir duas uniões homoafetivas em Florianópolis, em junho e em agosto, não foi algo preconceituoso ou homofóbico. "É epíteto raivoso. Gratuito. Obra dos desafetos da livre manifestação do pensamento, adversários de ocasião da independência funcional outorgada ao Ministério Público", escreveu ele.

A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) de Santa Catarina autorizou a partir de 29 de abril deste ano a formalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Com a decisão, casais homoafetivos podem registrar a união em cartórios de registro civil. De acordo com a entidade, o registro poderá ser realizado sem a observância da limitação de gênero que impõe a legislação, mas ambos precisam residir no estado.
No nota, Limongi ainda comenta a decisão do Conselho Nacional de Justiça que autoriza uniões homoafetivas. "Se tal não bastasse, evoca-se, ainda, o julgamento do Supremo Tribunal Federal alusivo à União Estável entre pessoas do mesmo sexo. Bem de ver, todavia, que jamais se cogitou, na mais alta Corte do País – em recente entrevista, o ilustrado Ministro Gilmar Mendes foi peremptório, a respeito -, de “Casamento”. Limitou-se, o julgado, à União Estável. Mais nada. Nada mais", conclui o magistrado.
Carmem e Priscila vivem juntas há 10 anos. (Foto: Reprodução/RBS TV)Carmem e Priscila vivem juntas há 10 anos
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Casamentos cancelados
Em Florianópolis, a decisão de cancelar o casamento da gerente de loja Carmem Abreu de Melo e da coordenadora de projetos Priscila Zanuzzo ocorreu na última semana. De acordo com as duas, o casamento estava marcado para sexta-feira (23), mas a decisão do promotor impediu a realização. "Isso me deixou bem triste. Nunca fui impedida de fazer nada e isso é muito importante pra gente", contou Priscila.
De acordo com Priscila, que é coordenadora de projetos, um funcionário do cartório ligou para ela e informou que o promotor havia impugnado o casamento e se quisesses continuar com a causa, deveriam contratar um advogado e continuar o processo. Na decisão, o magistrado citou um trecho da Constituição Federal que aborda o fato de prestigiar a união, desde que composta por homem e mulher.
Leandro Gomes (Foto: Reprodução/RBS TV)Justiça autorizou casamento de Leandro Gomes
após proibição de promotor
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Em junho, Henrique Limongi cancelou outro casamento gay e apresentou a mesma conclusão do caso de Carmem e Priscila: só prestigiar união estável ou entidade familiar, se esta for composta por um homem e mulher. Leandro Aparecido Gomes e o companheiro tinham gastado cerca de R$ 10 mil com os preparativos quando um profissional do cartório ligou informando a decisão. Dias depois da exibição da reportagem no Jornal do Almoço, a Justiça autorizou a união.
Posição da OAB/SC
Na última sexta-feira (23), a Ordem dos Advogados do Brasil em Santa Catarina (OAB-SC) se manifestou contra o promotor Henrique Limongi após a decisão de proibir a união homoafetiva de casais em Florianópolis. A Comissão da Diversidade Sexual do órgão estadual enviou um ofício à Corregedoria Geral do Ministério Público pedindo providências contra o magistrado Henrique Limongi.

Ministério Público denuncia pastor Marcos Pereira e Marcinho VP por associação ao tráfico de drogas

O pastor Marcos Pereira e o traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, foram denunciados à Justiça pela Promotoria de Investigação Penal do Ministério Público do Rio de Janeiro por associação ao tráfico de drogas.
O documento, assinado pelo promotor Alexandre Murilo Graça, pede a prisão dos acusados, e diz que a associação de ambos teria sido feita com o objetivo de, através da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) – fundada por Marcos Pereira – ampliar a prática do tráfico de drogas.
Segundo o texto, no início Marcos Pereira agia como um simples “pombo-correio”, fazendo a comunicação entre chefes do tráfico detidos e seus substitutos nas comunidades. A recompensa do pastor seria uma ajuda dos mesmos traficantes para que ele ganhasse fama. Uma das estratégias para dar fama ao pastor seriam as conhecidas “ações de resgate”, protagonizadas por Marcos Pereira e que chegaram a ser tema de reportagem do Fantástico, da TV Globo.
Segundo o MP, nessas ações os traficantes encenavam um julgamento e condenação à morte de pessoas das comunidades, e o pastor Marcos Pereira chegava ao local e intervinha antes que as supostas vítimas fossem assasinadas.
Retaliação
Os recentes ataques às unidades do AfroReggae foram mencionados pelo MP na denúncia, e classificam o incêndio e as ameaças como retaliação da organização criminosa contra José Junior, coordenador da ONG e delator do pastor Marcos Pereira.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Televangelista pode ser responsabilizado por surto de sarampo em sua igreja após pregar que tomar vacina é falta de fé

O famoso televangelista norte-americano Kenneth Copeland está sob investigação das autoridades do Texas após um surto de sarampo na igreja que ele lidera, em Newark.
Adepto da teologia da prosperidade, Copeland é conhecido por pregar que os fiéis estão destinados a serem bem-sucedidos espiritual, física e financeiramente, e que a receita para isso seria confiar plenamente em Deus.
Essa confiança plena ensinada por Copeland levou fiéis a não tomarem vacinas contra sarampo, e 21 pessoas ficaram doentes após uma delas voltar de viagem ao exterior.
O Huffington Post noticiou que os líderes da comunidade agiram rápido e agendaram consultas e vacina para 220 membros que não tinham sido vacinados, mas mesmo assim, as autoridades agora querem esclarecer se há responsabilidade do líder nisso.
“Tomar uma vacina teria sido visto por mim e meus amigos como um ato de medo, de que você duvidou que Deus seria poderoso para mantê-lo saudável. Nós simplesmente não fazemos isso”, afirmou Amy Arden, uma antiga membro da igreja.
O sarampo é transmitido por tosse, espirro e ou através do contato pessoal com pessoas infectadas, e os sintomas incluem febre, tosse e feridas na pele. As pessoas infectados são contagiosas por aproximadamente oito dias, contando os quatro antes do surgimento das feridas na pele, e os quatro dias posteriores.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Aline Franzoi, modelo evangélica, comenta fotos para a revista Playboy: “Ficou muito bonito, diferente do que as pessoas estão achando”

A modelo Aline Franzoi, primeira brasileira a ser selecionada para atuar como ring girl do Ultimate Fighting Championship (UFC), concedeu entrevista falando sobre o fato de ter aceitado o convite da revista Playboy para posar nua.
Evangélica, Aline chegou a dizer que não aceitaria posar completamente nua para uma publicação masculina, mesmo já tendo feito ensaios sensuais. Pouco tempo depois, mudou de ideia e aceitou ser a capa da Playboy de setembro deste ano.
“Uma experiência nova, nunca tinha feito um trabalho nu. Vai ficar bem legal. Ficou muito bonito. O conceito do trabalho é muito diferente do que as pessoas estão achando, e eu estou adorando tudo isso”, afirmou Aline numa entrevista ao programa TV Fama, da RedeTV!.
Questionada sobre sua religião, a modelo minimizou as polêmicas: “Eu lido com o [lado] profissional, entendeu? A minha religião, o que eu acredito, o que eu sou, isso só diz respeito a mim. Ninguém tem nada a ver, entendeu? O trabalho ficou bem legal e justamente por ser outra visão, eu aceitei”.
“Meus pais me apoiaram, meu namorado… Eu to feliz comigo mesma. Eu sou uma pessoa bem segura”, complementou Aline Franzoi.
Assista à integra da entrevista:



Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Casal cristão forçado a fechar empresa após se recusar a prestar serviço a casal gay

Um casal de empreendedores cristãos, que haviam aberto uma confeitaria há pouco tempo e comemoravam uma taxa de crescimento acima de 50% em 2013 foi obrigado a fechar sua loja após se recusar a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas.
A decisão de Aaron e Melissa Klein foi tomada a partir de seus princípios religiosos, e por isso, o caso se tornou manchete nos Estados Unidos.
A imprensa tem especulado se os empresários teriam violado a Lei Estadual de Igualdade, implementada em Oregon no ano de 2007. A legislação não permite que empresas neguem serviços a consumidores com base em sua orientação sexual. Há uma isenção para as organizações religiosas e escolas, mas empresas privadas não podem discriminar com base em orientação sexual, raça, sexo, idade, deficiência ou religião.
No entanto, o proprietário da loja rebate: “Discriminação é realmente a terminologia errada para o que aconteceu. Eu não quero ser uma parte de um casamento que eu acho que é errado”, argumentou Aaron Klein.
Uma das noivas prestou queixa junto a autoridade responsável por fiscalizar o cumprimento da Lei da Igualdade, e agora aguarda a resolução do caso. “Estamos empenhados em uma investigação justa e completa para determinar se há evidência substancial de discriminação ilegal”, disse o comissário Brad Avakian.
Enquanto isso, o casal proprietário da loja afirmou que a polêmica tem afetado os negócios, e o método de protesto dos que não concordam com a postura deles tem sido considerada “mafiosa”, segundo Aaron: “Há um monte de gente de mente fechada por aí que gostaria de fingir ser muito tolerante e só querem direitos iguais. Mas, por outro lado, eles têm sido muito, muito mesquinhos. Eles têm sido militantes. A melhor maneira que posso descrevê-los é que eles usaram táticas mafiosas contra nossa loja. Basicamente, se você presta serviço ou compra de nossa confeitaria, eles vão te boicotar”, declarou.
Segundo o Urban Christian News, o carro de entregas e as instalações da confeitaria foram invadidos e saqueados no último domingo, 01 de setembro, e a polícia local informou não ter pistas sobre os vândalos.
No Facebook, amigos do casal manifestaram solidariedade: “Eu sinto muito em ouvir isso. É muito frustrante que as pessoas façam tudo o que podem fazer contra só porque não concordam com um estilo de vida. Vou manter todos vocês em minhas orações. Não deixe que eles te abalem. Você vai sobreviver a esta e todas as outras provas através de sua fé. Deus te abençoe, Melissa”, escreveu uma mulher.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Policial da equipe que investigou pastor Marcos Pereira é coordenador de projeto do AfroReggae, revela jornal

Novos fatos que comprometem a investigação feita pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) contra o pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), foram revelados pelo jornal O Dia.
Um dos policiais que fazem parte da equipe do delegado Márcio Mendonça, titular da DCOD, é coordenador de um projeto social desenvolvido pelo AfroReggae, que tem como coordenador-geral José Júnior, o principal desafeto de Marcos Pereira.
O policial Roberto Chaves de Almeida, conhecido como Beto Chaves, coordena o Projeto Papo de Responsa desde 2009, época do lançamento. O projeto envolve a ministração de palestras em escolas públicas sempre em parceria de um policial e um ex-traficante que tenha sido ajudado pelo AfroReggae.
O jornal publicou a foto acima como prova da ligação do grupo de José Junior com Beto Chaves. Na imagem, aparecem o policial (de barba e cabelo comprido), o pastor Rogério Menezes (ex-braço direito de Marcos Pereira e funcionário do AfroReggae) e José Junior (de boné).
A matéria do jornalista João Antonio Barros classifica a proximidade dos envolvidos na acusação e investigação como “conflito de interesses”, e lança dúvidas sobre o fato de cinco das testemunhas de acusação contra o pastor Marcos Pereira serem funcionárias do AfroReggae.
O jornalista ainda questiona a forma como as investigações foram concluídas pelo delegado Mendonça: “O inquérito contra o pastor foi aberto em 2012 pela ex-diretora Valéria Aragão. Mas foi com Mendonça que, em apenas dois meses, foi finalizado a toque de caixa e sem que todas as diligências tivessem sido feitas, o que gerou suspeitas do advogado Silva Neto, defensor de Marcos Pereira”, escreve Barros em sua reportagem.
Disputa de verbas
O mesmo jornal chama atenção para o grande investimento feito nas comunidades carentes onde tanto Marcos Pereira quanto José Junior atuam. Segundo O Dia, a somatória de verbas públicas e privadas destinadas às áreas dos rivais chega a R$ 20 milhões por ano, e isso teria motivado a rixa entre os dois.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastora negra causa polêmica ao pedir que “apenas pessoas brancas” recebam fiéis nas portas da igreja

A pastora Makeda Pennycooke, da Igreja Freedom House na cidade de Charlotte, nos Estados Unidos, causou polêmica ao solicitar ao corpo de voluntários da congregação que “apenas pessoas brancas” trabalhassem na recepção de fiéis nos cultos. No pedido, a pastora afirma que quer apenas “o melhor do melhor nas portas da frente” da igreja.
Pennycooke, que é negra, enviou a polêmica orientação por e-mail, pedindo que as “pessoas de cor” não atuassem como recepcionistas no horário do culto principal da igreja e ressaltando a “importância da primeira impressão”, além de afirmar que a igreja quer “o melhor do melhor nas portas da frente”. O e-mail foi enviado a um grupo de voluntários que trabalham como recepcionistas nos cultos da igreja.
Carmen Thomas, que atuou como voluntária na igreja nos últimos dois anos, comentou o caso com o canal de notícias locais WBTV, revelando ter ficado horrorizada.
- Eu fiquei chocada (…). Você pode colocar rostos brancos por toda a porta da frente, mas quando você passar por essas portas, você vai ver os afro-americanos, vai ver asiáticos. Você vai ver pessoas de cor – afirmou.
No e-mail, Pennycooke lembra aos voluntários que essa é uma das épocas mais movimentadas do ano na igreja e, reconhecendo que o pedido é uma “situação delicada”, disse que a qualidade supera a quantidade.
- Preferimos ter menos recepcionistas na porta da frente, se isso significa que os poucos que temos nos representam melhor – explicou a pastora.
- Então, nós gostaríamos de pedir que apenas pessoas brancas estejam nas portas da frente – completou Pennycooke.
Depois da polêmica causada com a divulgação do pedido da pastora na mídia norte-americana, os pastores sênior da igreja, Troy e Penny Maxwell, emitiram um pedido de desculpas pelo ocorrido.
- O e-mail foi enviado por um dos nossos pastores de longa data, em uma tentativa de enfatizar que nossa equipe saudação reflete a diversidade racial de toda a nossa congregação – explica um comunicado oficial da igreja enviado ao WBTV, que diz também que a pastora reconhecer ter cometido um erro por enfatizar um grupo étnico no comunicado.
Em nota, a igreja afirmou ainda que “os pastores têm se reunido com funcionários e membros da igreja para confirmar o seu compromisso com a diversidade e para assegurar que nada como isso aconteça de novo”.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Senador boliviano evangélico fugiu para o Brasil após denunciar esquema de corrupção envolvendo tráfico de drogas, diz revista

O pastor e senador boliviano Roger Pinto Molina pediu asilo político na Embaixada Brasileira em La Paz, capital da Bolívia e posteriormente fugiu para o Brasil devido às perseguições que sofreu do atual governo boliviano, liderado pelo presidente Evo Morales.
De acordo com a revista Veja, em março de 2011 Molina levou um dossiê ao Palácio Quemado, sede do governo boliviano, com informações obtidas por funcionários da agência de inteligência da polícia do país que comprometiam membros do partido do próprio presidente Morales e até, funcionários do alto escalão do governo.
As denúncias davam conta que esses políticos e funcionários atuavam de forma a favorecer e facilitar o narcotráfico de cocaína produzida na Bolívia.
Ainda segundo a reportagem, a atitude do pastor e senador Molina era que o presidente, uma vez informado, passasse a investigar a corrupção entre seus colegas de partido e assessores. A Veja destaca ainda que boa parte da produção da folha de coca na Bolívia é contrabandeada para o Brasil e acaba sendo usada na produção de cocaína e crack.
No entanto, com posse dos documentos, Morales não apenas ignorou as acusações como passou a perseguir Molina, o que levou o pastor a pedir asilo na Embaixada Brasileira.
Além disso, o presidente Evo Morales nomeou em 2012 para o posto de embaixador no Brasil o advogado Jerjes Justiniano, dando a ele a missão de rebater as denúncias feitas por Molina contra os funcionários acusados de corrupção e associação ao tráfico de drogas, de acordo com informações da Veja.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Jovem cristã é estuprada e morta por rebeldes sírios

Um grupo de quinze rebeldes islâmicos sírios ligados à facção AKA Jabhat al-Nusra sequestrou, estuprou e matou uma adolescente cristã chamada Mariam, na cidade de Al-Qusair.A notícia está sendo veiculada pelos principais veículos de informação cristãos do mundo, e segundo o site Acontecer Cristiano, apesar de a jovem ter sido assassinada, a família dela conseguiu escapar da cidade.
A facção AKA Jabhat al-Nusra tem se tornado o principal grupo islâmico na guerra civil que divide a Síria e tenta depor o presidente Bashar Al-Assad.Quando a facção descobriu que Mariam era cristã, os representantes do grupo resolveram que ela seria esposa de todos eles. No primeiro dia, um dos rebeldes casou-se com ela, e depois de abusá-la, a rejeitou. Esse ritual se repetiu diariamente, até que todos os quinze a tivessem estuprado.
Após os seguidos abusos sexuais e psicológicos, Mariam foi assassinada pelo grupo. Esse tipo de crime é incentivado pelos rebeldes islâmicos na Síria. Um dos líderes muçulmanos do país, Sheikh Yasser Al-Salafi Ajlawni se pronunciou recentemente afirmando que os rebeldes estavam autorizados a capturar e estuprar mulheres não muçulmanas.
Agressões sexuais
Esse tipo de crime tem se tornado comum em países onde o cristianismo é minoria. Na Índia, quatro meninas com idades entre 12 e 14 anos foram capturadas e estupradas por um grupo de 20 homens.
De acordo com o site Protestante Digital, o crime aconteceu na cidade de Lawada, que fica no distrito de Pakur, no leste do estado de Jharkhand. Após as agressões sexuais, as crianças foram levadas a um hospital, onde foram examinadas e medicadas.
Fonte: Gospel +

domingo, 1 de setembro de 2013

Investigação que colocou na prisão religioso levanta suspeitas de manipulação de testemunhas e provas ilegais Os dois lados da 'guerra' entre o pastor Marcos e o coordenador do AfroReggae

JOÃO ANTONIO BARROS
Rio - Farsa ou verdade? Os bastidores da investigação que colocou na cadeia o pastor Marcos Pereira mostram histórias de “pecados” que vão da manipulação de testemunhas ao uso de provas obtidas sem amparo legal. E escondem uma disputa ferrenha por dois territórios onde verbas públicas e privadas jorraram nos últimos anos, além de serem dois currais eleitorais de peso: os complexos do Alemão e da Penha.
A apuração policial colocou em lados opostos dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime. De um lado, Marcos Pereira, acusado de estuprar ex-missionárias da sua igreja, a Assembleia de Deus dos Últimos Dias. De outro, o coordenador do grupo AfroReggae, José Júnior, que após denunciar o religioso por tramar a sua morte em parceria com o crime organizado, transformou assessores de seu grupo cultural em investigadores a serviço da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod).
José Júnior e pastor Marcos: dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime
Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia e Divulgação
Um desses homens é o pastor Rogério Ribeiro Menezes. Ex-homem de confiança de Marcos Pereira, ele trocou a igreja pelo AfroReggae após ouvir os relatos da violência sexual que a mulher teria sofrido de Marcos Pereira por nove anos. Foi ele quem convenceu e levou — algumas vezes em seu próprio carro — todas as testemunhas à delegacia. Nem sempre de forma franciscana.
Numa gravação obtida pelo DIA , o religioso junto com o ex-traficante José Claudio Piuma, o Gaúcho, oferece emprego e casa para convencer uma pessoa a dizer na delegacia que o pastor estuprou a mulher e a filha, de 16 anos. E diz que tem autorização de José Júnior. “O Júnior já falou comigo novamente hoje... O que você, assim, pretender ajudar, eu assino embaixo... A gente arruma um emprego pra ele”.
EMPREGO E CASA PRÓPRIA
Em outro trecho da gravação, feita através de uma escuta ambiental, Rogério e Gaúcho conversam com a testemunha:
“(Basta você dizer...) Rogério, eu quero morar em Jacarepaguá, Rogério, quero morar em Niterói. Tu já conhece e nós vemo (sic) uma casinha pra tu lá”.
Pouco depois, Gaúcho e Rogério enfatizam a promessa de emprego:
“Você tem trabalho, tem tudo...”, diz Gaúcho.
“De repente, no AfroReggae”, comenta Rogério.
“No AfroReggae mesmo”, prossegue Gaúcho.
“Tá entendendo, de carteira assinada lá no AfroReggae”, finalizou Rogério, diante da testemunha.
José Júnior não enxerga conflito de interesses. Alega que a contratação obedeceu critérios profissionais e que é vítima de Marcos. “De todas as testemunhas, só duas ou três pessoas trabalham no AfroReggae. Elas denunciaram as violências que sofreram, os crimes que viram. Não há mentira”, sustenta.
Mas a coincidência passeou pelo caminho da investigação. Outra testemunha, no mesmo dia que começou a trabalhar no AfroReggae (6 de abril), foi levada pelo pastor Rogério à Dcod para acusar Marcos de encenar milagres e resgates de bandidos. E com um adendo: o depoimento aconteceu depois da meia-noite. Horário pouco convencional para uma delegacia especializada, com expediente reduzido e num inquérito que se arrastou por mais de um ano, mas que se repetiu. Ao todo, cinco pessoas foram ouvidas na polícia entre 22h e 1h.
José Júnior se transformou em cabo eleitoral do governo Sérgio Cabral com a pacificação
Foto:  Estefan Radovicz / Agência O Dia
OS 7 PECADOS CAPITAIS
PARCIALIDADE - Todas as testemunhas ouvidas no inquérito foram levadas por funcionários do AfroReggae, parte interessada na investigação. Algumas receberam a promessa de casa e emprego no próprio grupo cultural, onde cinco cumprem jornada regular de trabalho.
SEM APOIO LEGAL - Segundo os advogados, escutas divulgadas pela delegacia não foram autorizadas nos processos abertos por associação ao tráfico, estupro e coação de testemunhas. A acusação fala sobre interceptações, mas não há garantia de que as provas tenham sido obtidas legalmente.
CALADA DA NOITE - Cinco das principais testemunhas foram ouvidas tarde da noite e até de madrugada na Dcod. Em dois casos, depois da meia-noite. O expediente lá termina às 18h, como informam os plantonistas. Em um caso, o policial teve que ser chamado às pressas em casa.
DESCUIDO - Apesar de relatos de lavagem de dinheiro por parentes do traficante Márcio Nepomuceno e do pastor, não foram pedidas as quebras de sigilo financeiro e bancário. Testemunhas relatam contas em bancos e depósitos regulares (até R$ 50 mil). Só agora casos foram desmembrados.
PREGUIÇA - Testemunhas contaram que três pessoas foram mortas a mando do pastor e os corpos enterrados numa fazenda em Tinguá, Nova Iguaçu. Um ano depois, o local não foi vistoriado, e acusados tiveram tempo para eliminar evidências. Uma testemunha é, inclusive, ré confessa.
OLHOS FECHADOS - Um mesmo depoimento, que ganhou crédito por denunciar as farsas do pastor, foi ignorado pelos investigadores ao falar sobre ‘doações’ de dinheiro e bens públicos, feitos por três políticos importantes do estado — um deles, inclusive, é senador da República.
ESTACIONADO - Após um ano, a polícia ainda não descobriu o médico que seria responsável por fazer os abortos em vítimas de estupro que supostamente engravidaram do pastor. E isto apesar dos detalhes que as mulheres deram nos depoimentos e da facilidade de localizar o consultório.
Juíza criticou investigação
Curiosidades no inquérito foram sublinhadas pela juíza Cláudia Pomarico Ribeiro, da 43ª Vara Criminal, ao negar o pedido de interceptação telefônica feito pelo delegado Márcio Mendonça. Após criticar a investigação, destacou que entre as pessoas a serem ouvidas, uma morreu em 2008.
A decisão da juíza alertou advogados de Marcos: como o delegado ouviu, supostamente, o pastor dizer que estava com ‘saudade do rabo’ de uma missionária se a autorização de escuta foi cancelada?
A pousada do AfroReggae foi alvo de ataque incendiário em julho, na Grota: José Júnior acusa pastor Marcos
Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
O delegado, que em outra ocasião aceitou vídeo editado e colocou na cadeia o líder comunitário da Rocinha Willian de Oliveira, não quis comentar. Alegou sigilo profissional.
Inquérito se transforma em 4 processos
Aberto para investigar a ligação do pastor Marcos com o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro, o inquérito na Dcod acabou se transformando em quatro processos — dois por estupro e dois por coação de testemunhas, sendo um deles já arquivado e, em outro, a vítima recuou na acusação e acusou os policiais de prepararem seu depoimento.
“Falei 10 minutos e preencheram quatro páginas. Assinei porque fiquei com medo”, acusa Elisângela Cardoso de Jesus, que gravou um recado no celular deixado por funcionária no AfroReggae, o qual classifica como ameaça:
“Te cuida que o Diabo está furioso”. Para Júnior, o pastor cometeu os crimes e deve continuar preso. “Ele é a mente do crime. Assim que soube dos casos, falei com ele e ele mandou eu não me meter. Passei um tempo e denunciei”.
Ostentação dá lugar a pousada
Alvo de ataques do tráfico de drogas, que, de acordo com José Júnior, foram motivadas pelo processo e prisão do pastor Marcos, a casa onde foi erguida a Pousada do AfroReggae pertenceu ao crime organizado. Foi residência do traficante François Soares Suassuna, o Jansen, e símbolo da ostentação do tráfico: era a única casa de três andares naquele pedaço da Grota.
Após a morte de Jansen pelos colegas, em 2008, o imóvel foi repassado até ser adquirido pelo AfroReggae para ser sede do Projeto Na Favela. Para Júnior, não existe relação entre os atentados e o ex-morador. “Ele (tráfico)não quer é que lance novo projeto na comunidade. E a causa: o pastor”.
JOSÉ JÚNIOR, coordenador do AfroReggae
Criou a ONG após a Chacina de Vigário Geral para dar opção de cultura às crianças, mas ganhou destaque nos últimos oito anos, ao promover a reintegração de presos na sociedade, através do Projeto Empregabilidade.
Transformou-se em parceiro de artistas e cabo eleitoral do governo Sérgio Cabral (a quem chama pelo primeiro nome) com a pacificação. Abriu portas a bancos e empresas nos complexos do Alemão e da Penha. O AfroReggae recebe verbas da União, do Estado e do Município, além de parcerias empresarias.
MARCOS PEREIRA, pastor da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias
Ex-garçom que se transformou no pastor dos bandidos regenerados e policiais, Marcos ganhou musculatura financeira e política na gestão dos governos Anthony e Rosinha Garotinho. Com acesso franqueado às cadeias, converteu inúmeros líderes de facções criminosas e se notabilizou nacionalmente ao acabar com a rebelião de presos na Cadeia de Benfica — que, agora, testemunhas dizem ter sido uma farsa. Seu sucesso nas áreas carentes (já ajudou candidatos a deputado) o aproximou de políticos de vários partidos.


Fonte: http://odia.ig.com.br