domingo, 23 de junho de 2013

Programa de humor zomba de cristãos que se queixam de bullying por parte dos ativistas gays

O programa de humor Daily Show, transmitido nos Estados Unidos, fez piada com as reclamações de cristãos que alegam sofrer perseguição dos ativistas gays.
A comediante Samantha Bee fez um esquete, em que entrevistou um jornalista e um pastor, e zombou dos cristãos que se queixam de bullying por parte dos homossexuais.
O pastor Matt Slick afirmou à comediante que existe uma perseguição contra cristãos: “Os cristãos que eu conversei sentem-se intimidados. Eles muitas vezes são intimidados, eles muitas vezes são perseguidos… Apenas por dizer que eles acreditam que a homossexualidade é errada, ou que os homossexuais são pecadores assim como os adúlteros, assim como os pedófilos, assim como os mentirosos, assim como ladrões”, afirmou.
Silck ressaltou que considera os ativistas gays pessoas “intolerantes” e que a imprensa é parcial: “Esses tipos de eventos [bullying contra cristãos] não são divulgados muito bem. Por que não esta sendo coberto?”, questionou.
A comediante Samantha Bee ironizou a queixa do pastor: “Essa violência hipotética que não está sendo coberta, ou registrada, estaria ocorrendo mesmo? Talvez seja porque os números estão sendo abafados pelo Complexo Homossexual-Industrial”, disse.
O jornalista do Huffington Post Todd Clayton, homossexual que se identifica como cristão, afirmou que a proposta do programa de humor era mostrar que não há bullying contra cristãos por parte dos ativistas gays: “A motivação era expor a falácia [dos cristãos anti-LGBT que afirmam serem vítimas de bullying]. Em um país onde todos os presidentes se identificam como cristãos; onde as igrejas estão por toda parte; onde a ‘islamofobia’ é uma empresa; onde o cristianismo é inútil e está amarrado a privilégios e poder… Os cristãos afirmarem que são vítimas de bullying é ridículo”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastor metodista pode ser punido por realizar casamento de filho homossexual

O reverendo Thomas W. Ogletree, a Igreja Metodista Unida (IMU) de Connecticut, nos Estados Unidos, será punido pela denominação por ter realizado, em outubro do ano passado, uma cerimônia religiosa de casamento para seu filho Thomas com seu parceiro homossexual Nicholas W. Haddad.
Ao realizar a cerimônia, o pastor descumpriu as regras da igreja, que não aceita a união homossexual. Por isso, ele foi denunciado por outro pastor da denominação e vai enfrentar um processo eclesiástico, visto que a maioria dos pastores da IMU considera a cerimônia de casamento gay como uma ofensa às leis da igreja e também às leis de Deus.
- Então você quer dizer que nunca se deve infringir nenhuma lei, não importa o quanto seja injusta? – afirmou o pastor sobre sua atitude que vai contra as regras da igreja, entrevista ao New York Times, dizendo ainda que, na hora, pensou em seu filho e não se estava ou não desobedecendo à igreja.
O processo contra Ogletree foi iniciado pelo reverendo Randall C. Paige, parte do grande grupo de pastores da igreja que são contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Dos 45 mil pastores que compõe a organização religiosa, apenas 1,1 mil são a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esse pequeno grupo está reunido no grupo denominado “New Directions”, e enfrenta a grande maioria que é contra.
Ogletree, que também é professor na Universidade de Yale, se defendeu afirmando que a lei da igreja está errada, e que por isso decidiu agir contra as regras.
- Às vezes, quando a lei oficial está errada você tenta mudá-la. Mas se você não consegue mudá-la, você a infringe – declarou em sua defesa o pastor, que disse ainda que “Jesus também infringiu uma lei quando expulsou os vendilhões do templo”.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Marília Gabriela afirma que religião é causa de “hipocrisia brasileira em relação ao sexo”

Às vésperas de lançar um programa de TV no qual irá promover debates sobre o sexo, a jornalista e apresentadora Marília Gabriela afirma que pretende desmistificar o assunto em uma época em que o Brasil passa por um retrocesso moral a respeito do tema, e atribui tal retrocesso à religião.
As afirmações da apresentadora foram feitas durante uma entrevista realizada estúdios do SBT, em São Paulo, para promover o lançamento de “Gabi Quase Proibida”.
- Acho que veio bem a calhar porque ontem foi aprovado esse projeto da ‘cura gay’. As religiões hoje em dia estão promovendo uma caça às bruxas. E o programa pretende discutir de onde vem essa hipocrisia brasileira em relação ao sexo. Eu digo de onde vem: da culpa causada pela religião – afirmou a apresentadora.
Ela revelou ainda que a ideia do programa surgiu em 2004 quando, depois de uma visita ao Museu do Sexo, em Nova York, e ofereceu à Globo a ideia de fazer um programa sobre o tema, mas teve a proposta rejeitada.
- Achei que podia ser um programa de utilidade pública. Mas o Otávio Florisbal [diretor-geral da Globo] consultou o conselho da emissora e acharam que não valia. Quero mostrar que esse assunto também é de interesse das pessoas e que não é preciso se envergonhar – explicou Marília Gabriela.
Os convidados para as primeiras edições do programa serão Ney Matogrosso, o padre Beto, que foi excomungado pela igreja católica por defender os homossexuais, e a cantora Daniela Mercury. Segundo o UOL, o programa terá como formato entrevistas com até duas pessoas, da mesma forma que acontece no “De Frente Com Gabi”.
- Eu vou começar com pessoas famosas para atrair a atenção do público. Mas eu vou também trazer pessoas que não são conhecidas, mas que tenham algo a dizer sobre o assunto. Por exemplo, outro dia eu estava no teatro e encontrei um amigo meu da época da faculdade, lá em Ribeirão Preto, e perguntei para ele como estava a vida. E ele me respondeu que estava sobrevivendo a AIDS havia 28 anos. Perguntei se ele me daria entrevista e ele topou – detalhou a apresentadora.
Por Dan Martins, para o Gospel+

#ProtestosBR: Pastor Silas Malafaia critica silêncio do ex-presidente Lula diante dos protestos no Brasil

O pastor Silas Malafaia falou novamente sobre as manifestações em todo o país. Dessa vez, o líder religioso cobrou um posicionamento do ex-presidente Lula, questionando o silêncio do político diante atual situação política do país.
Através do Twitter, o pastor questionou a falta de posicionamento do ex-presidente que, como ex-líder sindical tem um grande histórico de participação e organização em movimentos populares.
- Eu q sou pastor com muitos cidadãos estamos dando opinião, Lula q é tão carismático ñ fala nada? Lula cade voce,o povo quer te ouvir. Lula cade voce? O povo quer ouvir sua opinião como um dos maiores lideres da história recente do Brasil, queira alguém goste ou ñ.tem q falar (sic) – completou Malafaia.
As afirmações do pastor motivou uma série de críticas por parte de apoiadores de Lula e do PT. Em resposta aos seguidores que saíram em defesa de Lula, Malafaia questionou: – Os petistas aqui estão irritadíssimos, porque? A verdade dói? é vergonhosa a proteção da imprensa parcial com o petismo. Lula cade voce? (sic)
- Para os lulistas aqui > ele ñ tem nada haver com a situação econômica atual do Brasil, a culpa é da Dilma. contem outra piada pra gente rir. Compraram a UNE, sindicatos, sem terra, parte da imprensa, políticos e até religiosos, se esqueceram q o povo ñ esta a venda, olha o q deu. – (sic) – completou.
Malafaia ainda ironizou afirmações de que os protestos não tem como alvo o Governo Federal, e reafirmou não concordar com a longa duração das manifestações.
- A piada de petistas > as manifestações ñ são contra o governo. Deve ser contra minha mãe kkkkkkkkkkkk vou dar gargalhada ahahahahaha piada! (sic) – disse o pastor, que finalizou: – Ultima pra rir > quando a coisa é boa,é o PT q faz, quando é ruim é o governo q passou, diabo, talvez os evangelicos.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Líder muçulmano foi condenado no Egito por queimar a Bíblia e insultar a religião Cristã

Na última semana um líder muçulmano egípcio foi condenado a 11 anos de prisão por ter rasgado e queimado uma Bíblia Cristã em ato contra o filme Inocência dos Muçulmanos. Ahmed Mohamed Mahmoud, conhecido como Abu Islam, foi condenado pelo crime de blasfêmia. Ele queimou uma Bíblia, em setembro do ano passado na porta da embaixada dos Estados Unidos na cidade do Cairo, no Egito.
O site Ahram Online afirma que Mahmoud queimou a Bíblia como forma de protesto contra o filme anti-islã “A inocência dos muçulmanos”, produzido nos Estados Unidos e que estaria sendo usado como arma de protestos contra os islâmicos. Porém, algum tempo depois foi revelado que o produtor do filme é um egípcio copta cristão, o que aumentou ainda mais a ira dos muçulmanos e protestos antiamericanos dentro do mundo islâmico.
O filho do líder muçulmano também foi condenado pelo mesmo crime, por ter participado do ato contra a Bíblia e ajudado o pai. Ambos recorreram à decisão judicial e irão permanecer em liberdade enquanto aguardam o julgamento final.
O crime de blasfêmia é previsto na constituição egípcia, assinada em dezembro de 2012, em seu artigo 44.
- Insultos ou abuso de todos os mensageiros e profetas religiosos são proibidos – diz o texto da lei.
Segundo o The Christian Post, prisões por insultos ao islã são comuns no Egito, mas são raros os casos em que a fé cristã é envolvida e, normalmente, são casos de perseguição religiosa.
Assista o vídeo da manifestação onde o líder muçulmano rasga e queima a Bíblia:
Por Dan Martins, para o Gospel+

#ProtestosBR: Missionário americano participa de protesto e afirma que “os brasileiros estão dando uma lição ao mundo”

O jovem missionário norte-americano Josue Viller, participou dos protestos na última semana em Florianópolis, capital de Santa Catarina e elogiou a postura política que vem sendo adotada por grande parte da população do país desde o início das manifestações.
Viller estuda Teologia e Missões no Brasil e foi um dos participantes da manifestação que bloqueou a entrada da capital catarinense na última terça-feira, empunhando um cartaz que dizia: “Brasil, I Love You”. Em entrevista ao portal Terra, ele conta que atravessou uma das pontes com seu cartaz na mão, tentando acompanhar as palavras dos outros manifestantes brasileiros.

- Tudo que busca o bem, a melhoria da qualidade de vida, deve receber o apoio da sociedade. Faço trabalhos sociais e adoro morar aqui. Me sinto muito feliz de ter a oportunidade de participar disso – afirmou o missionário, que realiza trabalhos sociais nas comunidades carentes de Florianópolis e organiza estudos bíblicos com crianças.
- Os brasileiros estão dando uma lição ao mundo. E eu estou participando – completou Josue Viller.
O protesto que contou com a participação do missionário reuniu quase 10 mil manifestantes. Começando às 18h na frente do Terminal de Integração do Centro (Ticen), a multidão carregava cartazes com críticas para a corrupção, impunidade, violência e desvios de verbas públicas.
Por Dan Martins, para o Gospel+

#ProtestosBR: Protestos em SP são fruto de campanha contra a Universal em eleições, diz blog de Edir Macedo

Um texto publicado noblog do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, expôs a visão da igreja sobre os protestos que vêm acontecendo pelo Brasil. Tecendo uma abordagem espiritual sobre o tema, o texto assinado por Vanessa Lampert relaciona a atual situação à forte campanha contra candidato do PRB durante as eleições municipais em São Paulo no ano passado.
- Ano passado, durante a campanha para prefeito de São Paulo, a Universal sofreu uma perseguição violenta (…). Foi uma perseguição calculada e arquitetada não necessariamente por quem queria o nosso mal, mas para conseguir uma vitória política a todo custo – afirma o texto, lembrando que os adversários políticos do então candidato Celso Russomanno a ligação entre seu partido e a Universal para desqualificá-lo.
- Todo aquele que se levanta contra quem é de Deus, está se levantando contra o próprio Deus. Cedo ou tarde, colhe o resultado – completa Lampert.
O texto ressaltou ainda que os outros candidatos afirmaram que caso Russomanno vencesse as eleições a cidade seria comandada pela igreja, dizendo que isso foi usado para causar medo nos eleitores.
- Trabalharam com o medo e o preconceito dos incautos, fizeram uma campanha desleal, mais suja e desesperada do que a que sofreram em 2010. Venderam a alma para o diabo. (…) Ganharam. Uma cidade que queriam há muito tempo, agora estava em suas mãos. O que eles não sabiam era o preço que teriam que pagar. – ressaltou.
- Ainda que não tenham tido consciência disso na época, a moeda que usaram para vender a campanha é a mesma que se cobra agora – completou o texto.
Vanessa Lampert disse ainda ter plena convicção de que esse é o motivo para que os protestos tenham começado em São Paulo e com a questão das passagens, um dos temas mais criticados durante a campanha de Russomano. Ela afirma ainda que isso aconteceu “para que ficasse claro a quem tiver olhos espirituais”.
- Os espíritos que vinham oprimindo o povo estão saindo, como um estouro de boiada. E o povo, em busca de liberdade, sai às ruas. Nessa multidão, saem os manifestantes (certos ou não, mas bem intencionados), e os manifestados, que são os que depredam, saqueiam e agridem… são os que picharam a fachada da prefeitura de São Paulo com a palavra que dá origem ao caos, à guerra, à baderna, a tudo o que há de pior: desobediência. – conclui Lampert, dizendo ainda ter “certeza de que todas as coisas cooperarão para o crescimento do Reino de Deus em nosso País”.
- Tenho certeza de que todas as coisas cooperarão para o crescimento do Reino de Deus em nosso País. – finaliza.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Homem doa quase 400 litros de sangue como forma de agradecer a Deus por suas bençãos

Recentemente um norte-americano completou a incrível marca de 100 galões de sangue doados ao longo de 36 anos de doação, o equivalente a cerca de 380 litros. Harold Mendenhall doou seis galões de sangue todos os anos desde 1977, e no mês passado atingiu sua meta.
Mendenhall, de Riviera Beach, na Flórida, doou mais de 400 vezes para alcançar seu objetivo nobre e altruísta iniciado em 7 de julho de 1977. Hoje com 84 anos de idade, ele afirma ter começado a doar sangue como forma de agradecer a Deus pelas bênçãos que recebeu, sobretudo por sua saúde.

Mendenhall começou a doar sangue quando sua esposa, Frankie, foi diagnosticada com câncer de mama em 77. Após a morte de sua esposa, ele também perdeu dois de seus cinco filhos: de 47 e 53 anos de idade. Agora, ele diz que continua a doar como forma de homenagear a todos eles e celebrar a sua própria saúde.
Por alguma razão, eu ainda estou aqui e eu sou grato. Essa é uma das razões pelas quais eu mantenho a doação – disse à The Palm Beach Post.
Mendenhall é bem conhecido em um hemocentro em Lake Park, na Flórida, onde ele vai para doar com frequência. No entanto, ele não doa apenas sangue, o que exigiria uma espera de 56 dias entre as doações. Ele doa plaquetas, que são mais demoradas para extrair do sangue.
Doadores de plaquetas podem doar dois litros de sangue de cada vez. As plaquetas são extraídas num processo chamado aférese que leva cerca de duas horas e, em seguida, o fluido remanescente é transferido de volta para o dador. As plaquetas geralmente vão para pacientes com cânceres no sangue, como a leucemia.
Mendenhall afirma que é a sua maneira de dar a volta, quando lhe foi dado tanto.
- Dar sangue só pode ser feito por um ser humano, de modo que tem sido o meu retorno à minha trajetória e minha boa saúde, e todas as bênçãos que eu tive – disse ele ao The Post.
Por Dan Martins, para o Gospel+

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Movimento LGBT trabalha para a aprovação de “PL 122 estaduais” em todo o país, afirma ANAJURE

A aprovação da PL 122 no Congresso Nacional tem enfrentado uma série de obstáculos, sobreduto devido aos seus termos polêmicos que, para muitos, são considerados inconstitucionais por abordar temas delicados como a liberdade de expressão.
Porém, apesar da polêmica em torno do projeto, e a forte resistência imposta por diversos setore da sociedade à sua aprovação, vários estados brasileiros têm, nos últimos tempos, aprovado leis que sancionam a “homofobia”, nos mesmos termos discutidos na polêmica PL122.
Legislações estaduais aprovadas em estados como São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul já determinam penalidades administrativas a servidores públicos, entidades e até cidadãos, exatamente nos mesmos termos do PL 122 federal, segundo a ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos).
Segundo a entidade jurídica, tais leis estaduais foram aprovadas devido à pressão política feita pelo movimento LGBT em todo país, que contaria com o apoio da grande mídia e dos setores ligados à esquerda.
O Dr. Zenóbio Fonseca, diretor de assuntos estratégicos da ANAJURE e relator do Parecer aprovado pelo Conselho Diretivo Nacional da ANAJURE, afirma que o objetivo dos ativistas com a aprovação de tais leis é “estabelecer uma agenda de desconstrução da chamada heteronormatividade”.
- A aprovação da matéria vem avançando de forma sorrateira nos estados da Federação como estratégia de se argumentar que o PL 122 já seria uma realidade, portanto deveria ser aprovado pelo Senado Federal – afirmou Fonseca ao comentar a aprovação de legislação similar à PL122 em Sergipe. Ele completa dizendo que o esforço para a aprovação de tais leis estaduais acontece pois, na esfera do Senado, não há possibilidade de aprovação dessa norma, visto seu caráter expressamente inconstitucional, além do amplo apoio da população brasileira contra o projeto.
- As ONGs voltadas para o ativismo gay ensinam em seus sites como atuar estrategicamente para aprovar leis nos municípios, Estados e União. Chegam a apresentar modelos e formas de atuação e como angariar a simpatia do parlamentar ou político, com a finalidade de abraçar a causa gay – detalha o diretor da ANAJURE, que disse ainda que esta suposta nova tentativa de tentar aprovar Leis que criminalizam a homofobia em todo país, é, além de insconstitucional, uma afronta à liberdade de expressão.
Por Dan Martins, para o Gospel+

domingo, 16 de junho de 2013

Conheça os gays que são contra o casamento gay

Grupos organizados e homossexuais explicam a razão de não aprovarem o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo.


Os gays que são contra o casamento gayVários países estão abrindo caminhos jurídicos para a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e outros já oficializaram este tipo de união.

Na França, apesar de inúmeros protestos, o primeiro casamento gay já foi realizado.

Após um decisão do Parlamento britânico, Inglaterra e o País de Gales também poderão realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo em breve.

No Brasil, em maio, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que todos os cartórios do país sejam obrigados a habilitar, celebrar o casamento civil ou converter a união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Nos Estados Unidos, duas decisões que serão tomadas pela Suprema Corte nas próximas semanas poderão acelerar a aprovação dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo no país.

Apesar do forte ativismo dos americanos, muitos nos Estados Unidos são contra o casamento gay, e não fazem parte de comunidades conservadoras.

"Comprovadamente não é o mesmo que um casamento heterossexual, o significado religioso e social de uma cerimônia de casamento gay simplesmente não é o mesmo", disse Jonathan Soroff. 

Sorroff é homossexual e vive com seu companheiro Sam em Massachusetts, no leste do país.

Assim como metade de seus amigos, ele é contra o casamento de pessoas do mesmo sexo.

"Não vamos procriar como um casal e, enquanto o desejo de demonstrar compromisso pode ser louvável, as tradições religiosas que acomodaram os casais de mesmo sexo precisaram fazer algumas distorções razoáveis", afirmou.

Para Soroff, que escreve para o jornal Improper Boston, o objetivo é igualdade e não vale a pena se prender apenas a uma palavra.

"Estive em alguns casamentos gays adoráveis, mas imitar o casamento heterossexual tradicional é estranho e não entendo porque alguém quer fazer isto. Não digo que as pessoas que querem não deveriam ter, mas, para mim, tudo o que importa é a questão legal", afirmou.

Legalização
A questão legal mencionada por Soroff pode estar a caminho. Os nove juízes da Suprema Corte americana estão analisando se uma lei federal que não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e, por isso, nega a eles e elas os benefícios desta união, é inconstitucional.

Um segundo veredicto será dado em relação à legalidade da proibição do casamento gay na Califórnia.

Mas, para alguns homens e mulheres gays americanos, a aprovação do casamento gay seria uma vitória de uma instituição patriarcal.

Claudia Card, professora de filosofia da Universidade de Wisconsin-Madison, afirma que algumas lésbicas são contra esta união alegando razões feministas, pois acreditam que o casamento serve mais aos interesses do homem do que os da mulher.

> A professora afirma que a questão do casamento é uma "distração".

"Ativistas gays deveriam colocar suas energias em questões ambientais como a mudança climática, pois há uma chance de fazer diferença (de forma mais) moralmente defensável e urgente", disse.

Legba Carrefour, que se descreve como um "homossexual radical", chama o casamento gay de "um modo de vida destrutivo" que produz famílias destruídas.

"Estamos a apenas uma ou duas gerações de distância de filhos vindos de casamentos gays que também são lares desfeitos", disse.

Para ele, uma prioridade maior para a comunidade gay é combater o aumento da violência contra transexuais.

"Não estou preocupado se posso me casar, mas se vou morrer na rua nas mãos de homofóbicos."

Entre os americanos, o apoio ao casamento gay em geral já está acima de 50%, segundo o instituto Gallup, mas os números de aprovação na comunidade gay são mais difíceis de descobrir, pois os centros de pesquisa nunca fizeram tal levantamento.

União civil
Na Grã-Bretanha, o colunista do Daily Mail Andrew Pierce foi chamado de homofóbico por ser contra o casamento gay, apesar de sua longa história de luta pelos direitos da comunidade.

Pierce acredita que as uniões civis, introduzidas na Grã-Bretnha em 2005 para garantir direitos iguais aos casais do mesmo sexo, já são o bastante.

"Nós temos casamento, é chamado de união civil e eu me alegro com o fato de que pessoas como eu, que são diferentes dos héteros, possam fazer algo que eles não podem", disse.

Na França, homens e mulheres homossexuais se juntaram aos protestos contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, introduzido neste ano no país.

A ativista Yasmin Nair afirmou que, por muitos anos, a instituição conservadora do casamento nunca esteve em pauta entre os gays. Mas, se transformou em objetivo na década de 90, quando o movimento gay emergiu do choque da epidemia de Aids sem a sua antiga energia política.

Igualdade
Stampp Corbin, editor da revista LGBT Weekly, afirma que vê paralelos entre o ativismo gay atual e o movimento de defesa dos direitos civis nos Estados Unidos.

"Sou afro-americano e havia muitas coisas que a sociedade nos impedia de fazer. Quando éramos escravos, não podíamos nos casar, não podíamos nos casar com alguém que não fosse de nossa raça e, mais notável, não podíamos frequentar os mesmo locais que os brancos."

"Então, quando ouço que os LGBTs falando a mesma coisa: 'Não acho que gays e lésbicas deveriam se casar', é diferente de escravos falando: 'não acho que escravos deveriam ser capazes de se casar'?"

"É ódio internalizado, criado pela opressão. Porque você quer negar a uma pessoa que tem sua orientação sexual a capacidade de se casar? Ninguém está te obrigando a se casar", afirmou.



Fonte: UOL notícias

Obama celebra mês do orgulho gay e diz que EUA estão mais tolerantes

Washington, 13 jun (EFE).- O presidente americano, Barack Obama, celebrou nesta quinta-feira em cerimônia na Casa Branca o mês do orgulho gay e disse que, após anos de pressão, a sociedade americana está mudando e se tornando mais tolerante e aberta.
Obama declarou que a sociedade americana tem 'o duro trabalho de educar, de mostrar empatia por outros' e assegurou que 'os corações e as mentes mudam com o tempo, assim como as leis'.
O presidente lembrou que em 34 estados dos EUA uma pessoa ainda pode ser demitida por 'ser quem é ou por amar a quem ama', algo que, destacou, deve mudar.
Neste sentido, Obama confia que o Senado consiga aprovar com apoio de democratas e republicanos uma lei pensada para proibir a discriminação contra pessoas do grupo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) nos centros de trabalho.
Obama pode receber um importante respaldo este mês se a Corte Suprema decidir finalmente equiparar em nível federal os casais homossexuais e deixar sem fundamento as leis estaduais que proíbem a união entre pessoas do mesmo sexo. EFE

Promotor de justiça cancela casamento gay em Florianópolis

Contra a determinação do Conselho Nacional, autoridade cancelou a união.
Promotor argumenta que só aceita casamentos de homem com mulher.


Leandro e companheiro estão juntos há três anos (Foto: Reprodução/RBS TV)


O promotor de justiça Henrique Limongi cancelou um casamento gay em Florianópolis nesta semana. Na habilitação de casamento, a autoridade escreveu que só prestigia união estável ou entidade familiar, se esta for composta por um homem e mulher. Apesar de argumentar que seguiu a lei em vigor, a autoridade foi contra uma resolução do Conselho Nacional de Justiça que autoriza os cartórios e o Ministério Público a aceitarem o casamento homoafetivo.
Para garantir o casamento, que estava marcado para o dia 22 de junho, Leandro Aparecido Gomes e o companheiro já gastaram cerca de R$ 10 mil, mas há uma semana, eles receberam uma ligação do cartório cancelando a união. "Estamos super chateados, inclusive tínhamos tudo marcado até viagem de lua de mel. É uma programação de uma vida inteira, para em pouco tempo ser totalmente desmanchado" relata Leandro.

A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) de Santa Catarina autorizou a partir de 29 de abril deste ano a formalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Com a decisão, casais homoafetivos podem registrar a união em cartórios de registro civil. De acordo com a entidade, o registro poderá ser realizado sem a observância da limitação de gênero que impõe a legislação, mas ambos precisam residir no estado.
Leandro diz que não consegue dormir há três dias. "Estou muito triste. A gente já vive junto há três anos, a gente já tem uma relação. O que queremos é só concretizar um sonho. Um direito que foi conquistado, que é da gente. Só isso que a gente quer", conta.
A linha de aceitação ao casamento gay tem sido adotada em quase todos os casos em Santa Catarina - no estado já foram registrados 44 casamentos em 12 municípios, inclusive em Florianópolis. Porém a lei pode ir contra a argumentação do judiciário, o que deixa nuances de contraditoriedade na argumentação da justiça brasileira.
Com a contradição entre judiciário e legislativo, fica a critério dos promotores, responsáveis por avaliar a legalidade de qualquer união, aceitar ou não a união independente do sexo. Cabe assim ao cartório seguir a decisão do promotor, e caso discorde, a entidade pode recorrer ao Ministério Público.
"Para acabar com esse problema e discussão, precisaríamos que o Congresso Nacional fizesse seu trabalho e autorizasse por lei o casamento entre pessoas do mesmo sexo" explica o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Santa Catarina (Anoreg/SC), Otavio Guilherme Margarida.
O G1 não conseguiu entrar em contato com o promotor de justiça Henrique Limongi.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Daniela Mercury afirma que é errado haver programas evangélicos na TV e dispara: “Quem precisa de pastor é ovelha”

Daniela Mercury afirma que é errado haver programas evangélicos na TV e dispara: “Quem precisa de pastor é ovelha”A polêmica entre Daniela Mercury e o pastor Marco Feliciano em torno das questões ligadas à homossexualidade despertou na cantora um senso crítico em relação às religiões.
Em seu perfil no Twitter, Daniela criticou a existência de questões que separam as pessoas e indiretamente, reprovou a participação de pastores na política ou em debates sociais: “Porque os seres humanos inventam tantas separações para seres iguais? Porque buscam maneiras de se valorizar mais que os outros? Quem precisa de pastores são ovelhas. Mais professores e educação para o convívio em sociedade. A gente está precisando se responsabilizar pela vida na terra, reza-se muito e se faz pouco pela paz aqui. Deus não quer dinheiro de ninguém”, escreveu, fazendo alusão à arrecadação de dízimos e ofertas nas igrejas.
twitter daniela mercury
O ponto de vista crítico da cantora também se estendeu contra a forma como as entidades religiosas se organizam: “Difícil não é acreditar em Deus, é acreditar nos homens.O céu e o inferno são aqui mesmo. Não adianta rezar pra Deus e maltratar pessoas”, queixou-se, antes de dizer que programas religiosos não deveriam ser veiculados nos meios de comunicação de massa: “Vivemos num país laico. O Brasil não optou por nenhuma religião. Então por que tanta evangelização na televisão e no rádio? Isso está errado! Se crenças e religiões fazem parte da cultura de um povo,por que os artistas e produtores culturais pagam tantos impostos e as igrejas não?”, questionou.
twitter_daniela mercury
Daniela Mercury também optou por dizer que, a seu ponto de vista, deve-se excluir princípios religiosos como referência para a sociedade: “Os livros que regem nossa convivência social são a constituição brasileira e a declaração universal dos direitos humanos. Não são só os cristãos que são bons,tem gente boa com dezenas de outras crenças na face da terra!”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Protesto contra aumento das passagens tem ao menos 60 detidos em São Paulo

Ainda na concentração, policiais revistaram jovens e detiveram os manifestantes. Grupo entrou em confronto na avenida da Consolação, mas conseguiu chegar à avenida Paulista


Mesmo antes de manifestantes de diversos grupos liderados pelo Movimento Passe Livre darem início a mais uma passeata contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo, pelo menos 60 pessoas foram presas e houve confronto entre policiais e manifestantes. Após muita confusão, os manifestantes iniciaram a passeata por volta das 18h30 saindo do Theatro Municipal em direção à avenida Paulista, mas na rua da Consolação ocorreram diversos confrontos e a passeata se dispersou para outros pontos. Só por volta das 20h20, os manifestantes conseguiram chegar até a avenida Paulista, mas com pouca força. 

A polícia informou que os jovens foram presos por estarem com vinagre (usado para diminuir o ardor nos olhos pelo gás lacrimogêneo), coquetel molotov e objetos suspeitos. Os policiais entraram em confronto com os jovens e membros da imprensa foram agredidos pelos policiais. O repórter da revista Carta Capital Piero Locatelli foi levado pela polícia e pelo menos outros dois, um da TV Folha e outro do jornal Metro, foram agredidos . A Secretaria de Segurança Pública São Paulo informou que os detidos foram levados para um ônibus da PM parado perto do teatro. No início da noite, Locatelli foi liberado pela polícia.
Renan Truffi
Manifestantes reunidos no centro de São Paulo, nesta quinta-feira
Os manifestantes deixaram a Theatro Municipal em direção à Praça da República, pegando a Barão de Itapetininga e a rua da Consolação em direção à avenida Paulista. Para tentar impedir que os manifestantes tomassem o sentido centro da rua da Consolação, os policiais dispararam balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Houve correria e os grupos se dispersaram para a rua Augusta e para a Praça Roosevelt.
Na Augusta, o grupo de jovens tentou chegar novamente até a avenida Paulista, mas após ser impedido novamente pela polícia, foram para a rua Bela Cintra. Após percorrer outras ruas, o grupo finalmente conseguiu chegar até a avenida Paulista, onde não houve confronto.
No início da caminhada, os manifestantes dustribuíram panfletos da próxima manifestação, marcada para o dia 18, às 17h, em frente à estação Faria Lima do Metrô.
A concentração da manifestação foi no Theatro Municipal, na região central da cidade. O comércio no entorno começou a fechar antes do início do protesto. A maioria dos bares e restaurantes baixou as portas e até uma faculdade, a Uniesp, suspendeu as provas por conta do ato. 
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) descartou novamente nesta quinta-feira (13)  a possibilidade de reduzir as tarifas de ônibus, trens e Metrô pelos próximos 45 dias no Estado, conforme sugestão feita pelo Ministério Público, por intermédio do promotor de Habitação e Urbanismo, Maurício Lopes. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu à Polícia Federal que acompanhe os protestos e ofereceu ajuda ao governo do Estado.
Em nota, a Anistia Internacional pediu uma solução pacífica para os protestos. A organização representa mais de 3 milhões de membros e ativistas que atuam globalmente para proteger os direitos humanos.
Em São Paulo, ocorre a quarta manifestação contra o reajuste das tarifas. A primeira ocorreu na última quinta-feira (6). Os atos são contra o aumento das tarifas públicas, que passaram de R$ 3 para R$ 3,20 na semana passada. Houve confronto com a polícia e depredações do patrimônio público, de ônibus, carros e vitrines de lojas.
Na última terça-feira, cerca de 10 mil manifestantes protestaram nas regiões da avenida Paulista e no centro de São Paulo . Segundo a polícia, houve ao menos 20 prisões e três policiais foram feridos. Cinco agências bancárias foram depredadas e vários ônibus foram pichados e quebrados. Os manifestantes acusam os policiais de agressões e prisões indevidas.
Protestos da semana passada
Cerca de 2 mil pessoas participaram de cada um dos dois primeiros protestos do MPL contra o preço da passagem de ônibus em São Paulo. No primeiro, na quinta-feira (6), estudantes, trabalhadores e representantes de partidos políticos, caminharam do Vale do Anhangabaú, no centro da cidade, às avenidas 23 de Maio e 9 de Julho, antes de chegar à avenida Paulista.
Gabriela Bilo/Futura Press
Protesto na Marginal Pinheiros, na última semana
Na ocasião, a Tropa de Choque dispersou os manifestantes, em sua maioria jovens na faixa dos 20 anos, com bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral, dispersando os participantes do protesto em direção à avenida da Consolação. Os manifestantes jogaram cestas de lixo e fizeram barricadas no meio da Paulista.
Na segunda manifestação, na sexta (7), o grupo caminhou do Largo da Batata até a avenida Faria Lima, passou pela Eusébio Matoso, em frente ao shopping Eldorado, e entrou na Marginal Pinheiros, em direção à Cidade Universitária, pela faixa local, o que impossibilitou o trânsito dos carros.

Luiz Datena entrevista Magno Malta em programa especial

O apresentador José Luiz Datena foi a Brasília e entrevistou o senador Magno Malta (PR/ES) para um programa especial sobre a redução da maioridade penal. “Os parlamentares de Brasília precisam acordar”, disse Datena com indignação.
Imagem: Divulgação
Magno Malta, que lidera a campanha nacional pela Redução da Maioridade Penal e defende a proposta sem limite de idade, explicou seu projeto, a forma de ressocializar os infratores e clamou pelo fim da impunidade. Porém, ao citar o assassinato de um jovem capixaba, não segurou às lágrimas. “Lágrimas de um lutador sem medo”, disse Datena.
Outro momento marcante foi a entrevista da deputada federal Keiko Ota (PSB/SP), que já sentiu a dor de perder um filho brutalmente assassinado por um menor de idade. Ela chorou e pediu o fim da impunidade.
Malta tem viajado pelo país em busca de apoio para a questão: mudar a Constituição ou alterar o Código Penal. “São duas visões, mas não podemos perder tempo, cada minuto é mais uma vítima fatal, é mais uma mãe chorando e a onda aumentando sem iniciativas que possam garantir tranquilidade para as famílias”, disse o senador.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Deputado bloqueia projeto que garante tratamento aos homossexuais

Mais uma vez, pela segunda semana consecutiva, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara foi impedida de votar o projeto de decreto legislativo que garante o direito do homossexual ser tratado por psicólogo, se assim desejar. A proposta determina o fim da proibição do Conselho Federal de Psicologia a tratamentos da homossexualidade, pejorativamente apelidado de “cura gay”.Montagem: Verdade Gospel
Esta resolução que cerceia os direitos dos homossexuais não existe em nenhum outro Conselho Federal de Psicologia do mundo, apenas no Brasil. 
Mesmo não havendo manifestantes no plenário, a sessão foi marcada por uma discussão entre o presidente da comissão, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), e o deputado Simplício Araújo (PPS-MA), que se opõe ao projeto.
A primeira tentativa de votar, na última terça (4), terminou com o adiamento da matéria depois que Simplício Araújo pediu vista (mais tempo para analisar a proposta), alegando que não estava “seguro” para votar sobre o tema.
Na tarde desta terça (11), Araújo tentou, novamente, adiar a apreciação do projeto. Ele apresentou um requerimento para retirar o projeto de pauta, mas o pedido foi negado pela maioria dos integrantes da comissão.
Para balburdiar a apreciação do projeto, o deputado decidiu utilizar recursos previstos no regimento interno da Casa, como o uso de discursos e a verificação de quórum, para atrapalhar a votação. Durante o esforço para impedir a análise da matéria, Araújo discutiu com Feliciano.
Depois da confusão, às 16h10, Feliciano foi obrigado a encerrar a sessão devido ao início da ordem do dia da Câmara. As regras do parlamento determinam que as comissões devem suspender suas atividades no momento em que tem início uma votação no plenário principal.
O pastor Silas Malafaia, que apoia o PDL 234/11 e defende o direito do homossexual ser tratado por psicólogos se assim desejar, convoca todos os cidadãos brasileiros que prezam pela democracia e a liberdade de expressão a enviar e-mails ao deputado Simplício Araújo, da CDHM, dizendo que são a favor do projeto que garante ajuda aos homossexuais que desejarem.  Segue abaixo o e-mail do deputado:
dep.simplicioaraujo@camara.leg.br
Veja o pronunciamento do Pr. Silas Malafaia na Comissão de Seguridade Social e Família: