domingo, 11 de agosto de 2013

Pesquisa mostra que a confiança na igreja foi a que menos caiu depois dos protestos que pararam o país

Uma pesquisa realizada pelo Ibope mostrou que após os protestos que se espalharam por todo o país em junho, as principais instituições do país perderam boa parte da confiança dos brasileiros. A pesquisa, Índice de Confiança Social, é feita anualmente pelo Ibope, desde 2009, e sua edição de 2013 foi divulgada nesta quinta-feira.
Essa edição da pesquisa mostrou uma queda geral da credibilidade das instituições, sendo que a presidente da República foi a que mais perdeu credibilidade: três vezes mais do que o resto. Em contrapartida, a igreja foi a instituição que menos perdeu sua credibilidade.
De acordo com o Estadão, desde os bombeiros até os partidos políticos, igrejas e sindicatos, todas as instituições se tornaram menos confiáveis para a população – inclusive os meios de comunicação, governo federal, prefeituras, Congresso e Judiciário.
- É uma crise generalizada de credibilidade. Está refletindo o momento do país, os protestos de rua. Já havia uma queda leve nos anos anteriores, mas agora a perda de confiança se acentuou – comentou a CEO do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari.
Com a maior queda de confiança entre as instituições pesquisadas, a presidência da república teve uma queda de credibilidade de 33%. Estre as instituições com maior queda de confiança estão também o sistema público de saúde, com uma queda de 24%, o Governo Federal, com 23%, o Congresso Nacional, com 19%, e os sindicados, com uma queda de 16%.
As igrejas foram as instituições menos afetadas pela queda de confiança, ao lado dos bombeiros, com uma queda de confiança de 7%. Em 2010, com Lula no cargo, a Presidência era a 3º instituição mais confiável, atrás apenas dos bombeiros e das igrejas, que ainda se mantém entre as instituições mais confiáveis.
Veja o infográfico feito pelo Ibope com um resumo da pesquisa:
confiança-social-igreja-instituições
Por Dan Martins, para o Gospel+

Desembargadora do Tribunal de Justiça é processada por incitação ao ódio contra evangélicos

Após denúncia feita pela Frente Parlamentar Evangélica, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mandou instaurar um Processo Administrativo contra a desembargadora do TJ Elisabeth Carvalho Nascimento, sob a acusação de discriminação, preconceito e incitação ao ódio contra o povo evangélico.
De acordo com o jornal Extra Alagoas, os crimes teriam sido cometidos durante o julgamento do processo que tinha como objetivo cassar o mandato do deputado João Henrique Caldas por abuso de poder religioso com apoio da Igreja Internacional da Graça de Deus.
A Reclamação Disciplinar feita pela bancada evangélica no Congresso Nacional afirma que, ao proferir seu voto pela cassação do deputado, a desembargadora teria tratado a fé evangélica com deboche e escárnio, chamando os líderes evangélicos de fraudadores, corruptos e caloteiros.
- Igreja Evangélica, quando não recebe em óculos, em anel, em nisso e aquilo… recebe em “cash”, recebe em espécie. Tão acostumados a enganar as pessoas, que por carência disso e daquilo, acorrem para os templos, dão tudo que tem a eles… e eles com aquela conversa enganam a eles… Por isso é uma coisa tão absurda que merecia um apuramento policial, por isso merece cadeia. RR Soares, por isso aqui, por tentar fraudar a administração pública, merece cadeia – teria afirmado a magistrada.
Segundo a denúncia, desembargadora afirmou que o deputado João Henrique Caldas pagou para participar dos cultos da Igreja Internacional da Graça, e insinuou que “as celebrações do povo evangélico só acontecem sob negociatas, transações, acordos ou contratos envolvendo a compra e venda de bênçãos”. A representação contra a desembargadora foi assinada por 71 deputados federas de todas as denominações evangélicas do país, e da Igreja Católica.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Pastor Ivonélio Abrahão afirma ter provas contra Thalles Roberto e diz que o cantor não realizou o show em União dos Palmares “porque não quis”

Depois das afirmações do cantor Thalles Robertode que procuraria a Justiça para esclarecer a polêmica situação sobre o show não realizado emUnião dos Palmares, nas Alagoas, o organizador do show, o pastor Ivonélio Abrahão gravou um vídeo afirmando ter provas contra o cantor, e afirmando que o encontraria nos tribunais.
Thalles Roberto havia afirmado que o show em União dos Palmares, teria sido cancelado porque o contratante não quitou o valor acordado com sua equipe e não pagou os prestadores de serviço terceirizados.
Mostrando recibos pagos aos prestadores de serviço para que o show acontecesse, contrariando as afirmações de Thalles de que a falta desses pagamentos teria sido o motivo do cancelamento do show, e não a falta de cachê, o pastor afirma que mostraria a verdade sobre a não realização do evento.
Mostrando o contrato assinado para a realização do evento, o principal argumento do pastor foi a respeito das declarações do cantor de que não canta motivado pelo dinheiro.
- Só para o Thalles é 65 mil reais, e ele declara dizendo que não canta por dinheiro – disse o pastor afirmando que Thalles Roberto não cantou porque não quis cantar, e mostrando os recibos de pagamento relativos aos serviços do show.
Abrahão segue detalhando os valores que teria pago para a realização do show, entre os quais estaria, segundo ele, dois depósitos de 20 mil reais feitos para o cantor, além de despesas com passagens aéreas, hospedagem, seguranças, motoristas, alimentação e produtos para o camarim do cantor. Ele afirma ainda que o assessor de Thalles Roberto foi até a bilheteria do evento, onde teria recolhido mais 2 mil reais.
O pastor afirma ainda ter oferecido mais cinco cheques de 5 mil reais além de um veículo Ford Fusion “para que ele apenas levantasse a mão e dissesse Jesus é bom”. Ivonélio Abrahão disse ainda que tanto Thalles Roberto quanto seu assessor declararam que o problema não seria dinheiro, mas sim que o cantor não “canta para minoria”.
- A única coisa que deixamos a desejar foi no camarim, pois não compramos o morango que você faz exigência – completou o pastor, se dirigindo ao cantor.
O pastor afirma também que o cancelamento do show e as acusações feitas por Thalles Roberto contra ele causaram uma série de problemas para o sua família, causando transtornos psicológicos para seus filhos. O pastor criticou ainda as declarações do cantor sobre os conselhos que dá ao seu filho e que o ensina a “ser o cara de frente”.
Assista ao vídeo na íntegra:
Por Dan Martins, para o Gospel+

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

LEIA O QUE ESTE PASTOR FEZ!

O pastor Jeremias Steepek (foto) se disfarçou de mendigo e foi a igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam "oi" para ele. Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo. Entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos o pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja. Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo.

Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anuncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congreação: "Gostariamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek". As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor. Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele se aproximou do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’."

Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo que havia experimentado aquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha. O pastor disse então: "Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?". Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: "Até semana que vem"! Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que vive e compartilha com outras pessoas

Empresas que devem quase R$ 1,5 bilhão ao governo doaram a campanhas

As principais campanhas políticas de 2010 no Brasil foram bancadas por empresas que devem dinheiro ao governo federal.
De cada R$ 100 injetados naquela campanha presidencial, quase R$ 30 vieram de empresas inscritas na Dívida Ativa da União, lista de devedores que, segundo o governo, não pagaram impostos ou deixaram de recolher a contribuição para a Previdência Social. No total, as doadoras devem quase R$ 1,5 bilhão.
Só entram na lista, organizada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), os casos em que já se esgotaram recursos administrativos ou devedores que não contestaram os débitos na Justiça.
A lista é atualizada diariamente, mas, se uma empresa pagar seu débito hoje, pode demorar sete dias a sair dela.
Folha cruzou a lista com a de centenas de doadores que colocaram acima de R$ 100 mil nas candidaturas de Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva, além dos valores recebidos em 2010 pelos diretórios nacionais do PT, PMDB, PSB, PSDB, DEM e PV.
Os partidos e os políticos receberam, no total, R$ 695,8 milhões em doações de empresas devedoras ou em situação regular. Deste montante, R$ 198,5 milhões (28%) vieram de empresas inscritas na Dívida Ativa da União.
Editoria de Arte/Folhapress
No total, 76 empresas que doaram a campanhas devem à Receita Federal. O valor da dívida, até a última sexta, era de R$ 1.486.628.400,63.
Na prática, para cada R$ 1 que essas empresas injetaram nas eleições, elas devem outros R$ 7 ao governo. Desse grupo, 31 doaram mais do que devem. Ou seja, teriam como quitar a dívida com a União.
O financiamento de campanha é ponto central da reforma política que há anos o Congresso discute e que voltou à cena no último mês.
Depois do início da onda de protestos no país, em junho, uma resposta de Dilma foi sugerir um plebiscito para que o eleitor decida, entre outros pontos, como as campanhas devem ser bancadas.
ROMBO
Os dez maiores devedores da lista representam os mais variados setores econômicos.
A mais endividada é a Bombril, que pôs R$ 150 mil na campanha de Dilma e responde por mais da metade do débito de quase R$ 1,5 bilhão das empresas que devem ao Fisco, mas fazem doações.
Em segundo, vem a Copersucar, maior grupo de venda de açúcar e etanol no país. Doou R$ 4,35 milhões a Dilma, Serra, Marina e PT. A dívida passa de R$ 147 milhões.
Integrante do maior conglomerado do setor de carnes do mundo, a JBS deve R$ 66 milhões. Em 2010, injetou R$ 18,1 milhões nas campanhas de Dilma e Serra, além de PT, DEM, PMDB e PSDB. Outra devedora é parceira da Petrobras: a Iesa Óleo e Gás.
A farmacêutica Infan deve R$ 99,3 milhões --doou R$ 100 mil a Dilma. A situação da empresa se agravou em abril deste ano, quando a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) mandou suspender a produção de quase todos os seus medicamentos, cosméticos e alimentos.
OUTRO LADO
As empresas que constam no levantamento como as dez maiores devedoras à Receita Federal no país argumentam que todas as doações efetuadas durante a campanha foram legais e que não buscavam garantir vantagens de nenhuma ordem.
Em relação às dívidas listadas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, afirmam, em sua maioria, que estão em discussão na Justiça.
A Bombril informou que "vem pagando corretamente" seus fornecedores, seus tributos e suas dívidas.
A Copersucar argumentou que as dívidas "são objeto de discussão em esfera judicial e, em sua maioria, estão garantidas por depósitos judiciais, fiança bancária ou seguro-garantia".
A JBS disse que as dívidas "estão sendo discutidas e renegociadas pela área jurídica da empresa". A empresa afirmou ainda que os questionamentos da Receita são recentes e a empresa possui certidão negativa de débito.
De acordo com a Bracol, "as dívidas mencionadas referem-se a autuações fiscais que estão sendo discutidas em juízo".
A Vega Engenharia afirmou não reconhecer o débito como "devido" e que, portanto, não se considera "devedora". Acrescentou, ainda, que "está promovendo ação judicial para a devida discussão do débito em juízo".
A Raizen Energia, que respondeu pela Usina da Barra, informou que "tem sua situação fiscal totalmente em ordem e que se vale de todos os meios permitidos por lei para questionar os débitos tributários".
Procuradas, a Infan, a Usina Naviraí e a Iesa não haviam se manifestado até a conclusão desta edição.
Representantes da Santa Bárbara Engenharia, que está em recuperação judicial, não foram localizados para comentar o caso.

André Valadão causa polêmica nas redes sociais ao criticar peso de pastor e o mandar jejuar pra emagrecer

André Valadão, cantor gospel e pastor da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) causou polêmica nas redes sociais ao discutir publicamente com um pastor que discordava de sua opinião a respeito da visita do papa Francisco ao Brasil e fazer insinuações a respeito de sua forma física.
Em seu perfil no Twitter, André Valadão fez elogios no último dia 28 de julho ao pontífice católico e aos fiéis que participaram da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). “Vinda do papa ao Brasil me alegrou. Ver milhões de jovens nas ruas! Somos um país cristão. Existem diferenças mas o amor de Cristo é maior! A postura do Papa Francisco foi linda. Deus tenha misericórdia do nosso Brasil, abençoe nossa nação. Jesus é o Senhor do Brasil!”, escreveu o cantor.
Depois, André ressaltou sua postura protestante: “Sou totalmente contra a cegueira da idolatria e delegação de santíssima pessoa sobre qualquer ser humano. Por isso repito: Brasil é de Jesus”.
Porém, suas declarações simpáticas à visita do papa ao Brasil já haviam repercutido, e o pastor Oswaldo Junior o criticou: “Sua declaração como líder foi ecumênica e repudiamos o ecumenismo. Elias disse ou um ou outro! Se tem medo de postar se cale!”.
Aparentemente irritado com a crítica, André Valadão atacou o pastor baseado em sua aparência: “Pr. Oswaldo Junior, pela sua foto amado, vejo que quem tem que fechar a boca é você. Vá jejuar…”, escreveu o cantor.
twitter treta av pr oswaldo jr
Esse comentário levou diversos usuários a condenar a postura adotada por André Valadão, e tem gerado repercussão até hoje nas redes sociais: “Tanta coisa pra gente fazer, tantas almas morrendo e nós, como sempre brigando. Vamos fazer o que Jesus faria”, escreveu um internauta. “Pr. Andre Valadão, sou admirador do seu trabalho, mas não gostei das suas palavras ao Pr. Oswaldo Junior. Precisamos nos respeitar”, publicou outro usuário do Twitter.
Em tom irônico, o pastor Oswaldo Junior respondeu a André Valadão: “Jejum emagrece? É comprovado? Quantas vezes por semana precisa jejuar para emagrecer?”, questionou. Posteriormente, demonstrando chateação, o pastor complementou: “Mesmo sendo obeso ou gordo como fui discriminado por André Valadão, estou tirando um período de oração pela vida deste servo!”.
twitter pastor oswaldo junior
O pastor André Valadão não voltou ao assunto, embora Oswaldo Junior tenha demonstrado sentir-se ofendido com o tom do comentário. Anteriormente, a irmão de André, Ana Paula Valadão, líder do Ministério de Louvor Diante do Trono, havia causado polêmica ao criticar líderes obesos. Posteriormente, com a repercussão negativa do comentário, Ana Paula se desculpou publicamentepela frase infeliz.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Obama critica países que votam leis contra gays

WASHINGTON, 07 Ago 2013 (AFP) - O presidente americano, Barack Obama, criticou nesta terça-feira os países que adotam leis discriminatórias contra os homossexuais, após a adoção pela Rússia de medidas que punem a 'propaganda' gay.
'Se discriminam com base na raça, religião ou orientação sexual, violam a moralidade básica que penso que deveria transcender cada país', disse Obama ao responder a uma pergunta sobre a adoção da nova lei russa, em um programa noturno de entrevistas.
'Não tenho nenhuma tolerância com os países que tentam tratar os gays, lésbicas ou pessoas transgênero de uma maneira que os intimide ou prejudique', destacou Obama, acrescentando que a Rússia 'não é o único país' que adota este tipo de legislação contra os homossexuais.
O presidente se referiu a países da África, não citando-os especificamente, onde 'gays e lésbicas (também) são perseguidos de alguma maneira'.
Uganda, por exemplo, propôs uma medida que defendia a aplicação da pena de morte para a 'homossexualidade agravada', um projeto que não chegou a se tornar lei.
'Isto faz com que as coletivas de imprensa sejam incômodas às vezes', disse Obama.
'Mas uma das coisas que acredito que sejam muito importantes para mim é garantir que o povo seja tratado de forma limpa e justa', acrescentou.
A medida tomada pela Rússia e transformada em lei pelo presidente Vladimir Putin permite aplicar multas de mais de 5.000 rublos (156 dólares) a cidadãos que divulgarem informação sobre a homossexualidade entre menores, mas os críticos temem que pode levar a legitimar uma maior discriminação.
Esta lei provocou controvérsias diante da proximidade dos Jogos Olímpicos de Sochi em 2014 e gera preocupação ante a visita de atletas e espectadores gays, que podem enfrentar atos discriminatórios e inclusive ações legais.
Obama minimizou tais temores, afirmando que Putin e a Rússia tinham o maior interesse em garantir que as Olimpíadas funcionem bem.
bur-nss/cd/ma

Jovens cristãos da Eritreia são presos e espancados pelo Exército por não negarem sua fé em Jesus

A perseguição religiosa a cristãos na Eritreia tem uma história conhecida no Brasil, através do testemunho da cantoraHelen Berhane, que ficou trancada por dois anos num contêiner por declarar sua fé em Jesus.
Agora, a Missão Portas Abertas relata um caso de 39 jovens que se alistaram para o serviço militar obrigatório do país africano, e embora aprovados, foram detidos por serem cristãos. Na prisão militar, eles tem sido mal alimentados, espancados e forçados a trabalhar.
Os jovens 28 do sexo masculino e 11 do feminino, fazem parte de um grupo de estudantes que ingressaram no serviço militar e foram graduados no último dia 13 de julho. Um comunicado no site oficial do Ministério de Informação da Eritreia afirma que eles concluíram o ano de serviço militar com êxito, e estavam aptos a prosseguir os estudos, cursando o ensino secundário sênior.
Mesmo cumprindo suas obrigações, os jovens cristãos foram excluídos da cerimônia de formatura e, tiveram o direito de continuar os estudos interrompidos, sendo colocados numa prisão militar.
“Fontes disseram que as autoridades estão também ameaçando os alunos dizendo que a prisão deles pode ser prolongada ou serem excluídos da universidade se eles não renunciarem a sua fé em Jesus Cristo”, diz a Portas Abertas.
Segundo o Charisma News, grupos cristãos que não sejam da Igreja Ortodoxa – a única com autorização do governo da Eritreia para atuar no país – tem sido perseguidos de forma aberta. Mais de 200 homens e mulheres de várias idades estão presos sem acusações formais, apenas pelo fato de se identificarem como cristãos e não serem membros da Igreja Ortodoxa.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Sean Astin, ator de Os Goonies e O Senhor dos Anéis, fala sobre sua fé: “Peço a Deus que me permita ser um instrumento”

O ator Sean Astin, conhecido por suas atuações como Mickey em Os Goonies e Samwise Gamgee na trilogia O Senhor dos Anéis, testemunhou sobre sua fé em Cristo recentemente numa entrevista ao Beliefnet.
Sean recentemente atuou num filme cristão chamado “Mom’s Night Out” – ainda sem título em português – e afirmou na entrevista que em sua jornada de fé, teve contato com o budismo, judaísmo, catolicismo, agnosticismo, e atualmente, é membro da Igreja Luterana, tendo se batizado oficialmente com sua esposa.
As influências para essa pluralidade religiosa vieram, segundo Sean, de sua infância, quando seu padrasto – e também ator – John Astin o ensinava sobre o budismo, e seu pai biológico, sobre o judaísmo.
Questionado pelo entrevistador sobre sua oração preferida, Sena disse ter adotado uma frase ensinada a ele por um amigo: “Permita-me ser um instrumento da Tua vontade”, afirmou, revelando que já fez essa oração “algumas milhares de vezes”.
Há algum tempo, Sean dublou a voz de Mateus, discípulo de Jesus, para um projeto evangelístico em áudio. “Para as pessoas que se preocupam com a Bíblia como verdade revelada, esta é uma porta de entrada para torná-lo acessível a eles e eu estou orgulhoso de ser associado a isso”, disse o ator à época.
Agora, o ator quer se empenhar na divulgação do filme “Mom’s Night Out”, que tem conta a história de um grupo de mães que querem sair para uma noite de diversão entre si, e deixam seus maridos cuidando das crianças.
Descrito como uma comédia familiar, o filme usa os acontecimentos caóticos entre pais e filhos para falar sobre fé e crença. Com previsão de lançamento em 2014, o filme foi produzido e dirigido pelos irmãos Andrew e Jon Erwin, conhecidos por seus trabalhos com filmes cristãos nos Estados Unidos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Governador do RJ, Sérgio Cabral busca apoio do pastor Silas Malafaia para se aproximar de eleitorado evangélico e reaver popularidade

Em meio a uma crise política deflagrada durante os protestos sociais que ocorreram recentemente, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), estaria buscando apoio de lideranças evangélicas a fim de reverter a baixa aprovação popular a seu mandato.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, Cabral teria se encontrado com o deputado estadual Samuel Malafaia (PSD), irmão do pastor Silas Malafaia, para pedir uma reunião com o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC).
Na campanha eleitoral de 2006, quando Cabral foi eleito para seu primeiro mandato como governador fluminense, o pastor Silas Malafaia o apoiou, mas desde essa época os dois se distanciaram.
A popularidade do governador está em baixa devido a denúncias de uso particular dos helicópteros do governo, além de viagens ao exterior que teriam sido custeadas com dinheiro público. No meio evangélico, Cabral é visto com ressalvas, por manter proximidade com ativistas gays.
Em sua coluna Radar Online, no site da revista Veja, Jardim destaca que Cabral “nunca ligou muito para o eleitorado evangélico”, e até agora, mantinha postura oposta ao do prefeito carioca Eduardo Paes (PMDB), “que faz questão de manter boas relações com líderes como Malafaia e Valdemiro Santiago”, escreveu.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

No AP, mãe alega que espíritos pediram para matar filha, diz delegada

 A mãe que confessou ter envenenado a filha de 7 meses, na manhã desta quinta-feira (8), Enoli Lara Figueiredo, 23 anos, alegou em depoimento à polícia que cometeu a tentativa de homicídio por causa de vozes espirituais que pediram para ela envenenar o bebê. A informação foi dada pela titular da Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM), Vilani Feitosa, em entrevista à TV Amapá.
“Inicialmente, ela alegou ciúmes, mas conversando novamente, disse que sofria com problemas espirituais, chegando a ouvir vozes nesta manhã, pedindo para se matar junto com a criança”, relatou a delegada.
Enoli Lara Figueiredo, mãe do bebê de 7 meses (Foto: Reprodução/TV Amapá)Enoli Lara Figueiredo, mãe do bebê de 7 meses
(Foto: Reprodução/TV Amapá)
O pai da criança e marido de Enoli, o motorista Ademilson Barros, 25 anos, disse ao G1 que não descarta a justificativa dada pela mãe do bebê. “Esse problema pode ter sido o único motivo para isso. Ela sempre foi muito carinhosa comigo e com a criança”, destacou o pai.
Durante o depoimento, segundo a delegada Vilani Feitosa, a mãe chegou a confessar o envenenamento da própria filha com chumbinho, usado para matar ratos. O bebê está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Pediatria da capital.
A mãe foi enquadrada por tentativa de homicídio e conduzida ao Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde vai aguardar por julgamento.

sábado, 3 de agosto de 2013

Casal de homossexuais vai à Justiça para obrigar igreja a realizar cerimônia de casamento gay

Após a recente aprovação do casamento gay pelo parlamento britânico, um casal homossexual foi à Justiça solicitar que as igrejas cristãs do país sejam obrigadas a celebrar cerimônias de enlace matrimonial de pessoas do mesmo sexo.
Barrie e Tony Drewitt-Barlow, que estabeleceram uma união estável em 2006, querem agora se casar em uma igreja, e para isso, estão movendo uma ação judicial que serviria de precedente para todos os casais que tiverem o mesmo desejo.
Entretanto, a lei aprovada no Reino Unido possui um dispositivo que protege as igrejas que decidirem não realizar cerimônias de casamento gay, a fim de preservar a liberdade de crença e religião, e por consequência seus princípios.
Um dos noivos, Barrie, afirmou que a legalização do casamento gay não é suficiente: “Por mais que as pessoas estejam dizendo que isso é uma coisa boa, eu ainda não estou conseguindo o que eu quero”, afirmou ao jornal Essex Chronicle.
“O único caminho para nós agora é levar um desafio para os tribunais contra a igreja. É uma pena sermos obrigados a levar os cristãos a um tribunal para fazê-los nos reconhecerem. Isso me incomoda porque eu quero muito – uma cerimônia grande, toda a obra. Eu só não acho que isso vai acontecer de imediato”, afirmou Barrie Drewitt-Barlow.
De acordo com o site WND, esse tipo de pressão por parte de casais homossexuais contra as igrejas, em países onde o casamento gay foi legalizado, só tende a aumentar. Igrejas nos Estados Unidos já estariam se preparando para longas batalhas judiciais nos próximos anos.
“É importante que os pastores tomem medidas para proteger a integridade teológica da Igreja no que se refere a cerimônias de casamento, aconselhamento e outras atividades relacionadas, tais como, o uso de igreja instalações, funcionários e da sociedade”, orientou um recente comunicado da Convenção Batista do Sul da Califórnia.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Entidades cristãs manifestam apoio ao projeto que pode autorizar o aborto; Pastor Roberto de Lucena critica o governo

A polêmica em torno do projeto 03/2013, que foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT) tornando lei o fornecimento de “pílulas do dia seguinte” para mulheres vítimas de estupro, continua.
Um grupo de entidades cristãs e outras instituições religiosas, formado pela Aliança de Batistas do Brasil, Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), Católicas pelo Direito de Decidir, Conselho Latino-Americano de Igrejas – Região Brasil (CLAI) e a Rede Ecumênica da Juventude (REJU), publicou uma carta manifestando apoio à decisão da presidente de sancionar o projeto.
“Nós mulheres e homens de fé, biblistas, teólogas e teólogos de diferentes igrejas cristãs, integrantes dos diferentes organismos abaixo subscritos, apoiamos e solicitamos a sanção integral e imediata da PLC 3/2013, que dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual. E assumimos o compromisso de participar do processo de informação e formação das mulheres sobre seus direitos reforçados no PL 3/2013 e de reforço de normas técnicas já existentes sobre o assunto nos aspectos de atendimento universal, integral e de qualidade à saúde ameaçada de mulheres e adolescentes vítimas de violência”, afirmaram os integrantes do grupo.
Segundo informações publicadas no site da Universidade Metodista, a justificativa para essa tomada de posição foi a necessidade de combater a violência sexual e suas consequências: “Ao nos dedicarmos ao estudo da Bíblia como expressão de nossa fidelidade ao evangelho de Jesus, afirmamos o amor e a justiça como dinâmicas vitais de nossa fé; afirmamos ainda que mulheres e homens partilham de modo integral de toda dignidade e beleza na vivência do mais sagrado e do mais humano. Na Bíblia encontramos relatos do passado em que comunidades são chamadas a afirmar o amor e a justiça em seus contextos. Muitas das questões ainda nos desafiam hoje, entretanto as respostas estão condicionadas aos equipamentos simbólicos e materiais disponíveis em cada tempo. O exercício da interpretação bíblica, quando não feito de maneira fundamentalista, nos ajuda a manter o exercício da crítica em relação às respostas sociais disponíveis”.
Críticas
De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, o pastor e deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) seguiu o mesmo caminho do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e criticou a postura adotada por Dilma Rousseff.
Num discurso na tribuna da Câmara, Lucena afirmou que a bancada evangélica deveria retomar a discussão do tema, pois o uso do termo “profilaxia da gravidez”, ao invés de “pílula do dia seguinte”, ludibriou os parlamentares e os levou a aprovarem o projeto por unanimidade.
“Haverá de ser encaminhado ao Congresso projeto esclarecendo expressamente que o termo profilaxia da gravidez não significa aborto. Na verdade, absolutamente, nós não estamos aqui tratando de uma discussão religiosa. A discussão que envolveu este assunto é, sobretudo, ética”, completou, demonstrando preocupação por acreditar que, como está, o PLC 03/2013 pode “abrir uma brecha para a prática do aborto”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Vítimas de pedofilia denunciam Papa ao Tribunal Penal Internacional

Organização entrou com ação para que Papa seja julgado por crimes.
À queixa se somam 10 mil páginas de documentação de casos de pedofilia.


Membros da Associação de Sobreviventes de Abusados por Padres dão entrevista coletiva em Voorburg, na Holanda (Foto: Rob Keeris/AP)Uma associação americana de vítimas de padres pedófilos anunciou nesta terça-feira (13) ter apresentado uma queixa ante o Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o Papa Bento XVI e outros dirigentes da Igreja católica por crimes contra a humanidade.
Os dirigentes da associação SNAP, orientados pelos advogados da ONG americana "Centro para Direitos Constitucionais", entraram com uma ação para que o Papa seja julgado por "responsabilidade direta e superior por crimes contra a humanidade por estupro e outras violências sexuais cometidas em todo o mundo". À queixa acrescentaram 10.000 páginas de documentação de casos de pedofilia.
A organização acusa o chefe da Igreja católica de "ter tolerado e ocultado sistematicamente os crimes sexuais contra crianças em todo o mundo."
Membros da associação de vítimas de padres pedófilos dão entrevista coletiva em Voorburg, na Holanda (Foto: Rob Keeris/AP)
A SNAP possui membros nos Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Bélgica, quatro países muito afetados pelo grande escândalo de pedofilia que envolve a Igreja.
"Crimes contra a dezenas de milhares de vítimas, a maioria crianças, foram escondidos pelos líderes nos mais altos níveis do Vaticano. Neste caso, todos os caminhos levam a Roma", declarou a advogada Pamela Spees.
Os bispos e, em alguns casos, o próprio Vaticano rejeitou ou ignorou muitas das queixas das vítimas de padres pedófilos. O escândalo desacreditou a Igreja em vários países na Europa.
O Papa Bento XVI expressou sua vergonha e pediu desculpas, apelando para a tolerância zero contra os pedófilos. Ele também pediu aos bispos do mundo, que têm a responsabilidade primária sobre seus sacerdotes, a plena cooperação com os tribunais criminais.
A SNAP não acredita nesse desejo de transparência e justiça, e não moderou suas acusações.

sábado, 20 de julho de 2013

AfroReggae explica fim no Alemão: 'Iriam explodir prédio', diz José Júnior

Coordenador diz que ONG sofreu ameaças após incêndio na terça (16).
José Junior acusa pastor Marcos Pereira de estar por trás dos crimes.


O coordenador do AfroReggae, grupo que realizava atividades culturais e sociais no Conjunto de Favelas do Alemão, explicou porque o grupo encerrou as atividades no local neste sábado (20). Quatro dias após o prédio ser incendiado, José Junior disse que houve ameaças a integrantes da organização.

'A gente denunciou o pastor (Marcos Pereira) como o maior mentor criminoso do Rio', disse coordenador do AfroReggae (Foto: Glauco Araújo/G1)"Dessa vez veio uma determinação para fechar o AfroReggae. Se isso não acontecesse, haveria morte, iriam explodir o prédio e matar as pessoas", disse Júnior em entrevista coletiva neste sábado, na sede do grupo, no Centro do Rio.
A ONG, que existe há mais de 20 anos, atuava para intermediar soluções entre o poder paralelo e a comunidade. A situação mudou, segundo seu porta-voz, quando o grupo denunciou o pastor Marcos Pereira, preso pela acusação de ter estuprado fiéis, a ONG passou a ser ameaçada.




Em entrevista coletiva, José Junior disse que líder comunitário foi ameaçado de morte (Foto: Glauco Araújo/G1)
Em entrevista coletiva, José Junior disse que líder
comunitário foi ameaçado  (Foto: Glauco Araújo/G1)
"A gente denunciou o pastor como o maior mentor criminoso do Rio. Dissemos que era estuprador, pedófilo e tinha envolvimento com ataques de 2006 e 2010", disse Júnior. Segundo ele, entre sexta e segunda, o departamento jurídico do AfroReggae foi procurado pelo advogado do pastor, dizendo que tiraria as denúncias contra o coordenador da ONG. "Na terça (um dia depois) atacaram a pousada. Sendo que no dia 5, era prevista a presença de 40 jovens lá dentro, por conta de uma inauguração. A minha preocupação é que exista a possibilidade de matar inocentes".
Júnior disse ainda que "se o crime crime fosse uma empresa, ele [pastor Marcos Pereira] seria o presidente do conselho e com muita influência. Ele é um conselheiro, uma pessoa que se beneficia do dinheiro do narcotráfico, ele é uma pessoa que manipula para ataques. Não acho que tenha sido coincidência ele fazer isso nessa época de chegada do papa. Tem uma coisa de desestabilizar o governo, de chamar a atenção. Não estamos falando do bandido da favela, estamos falando de algo muito maior. Ele continuou mandando, a ter influência muito grande com criminosos e traficantes famosos. É por isso que tudo está acontecendo agora."
Se o crime crime fosse uma empresa, ele [pastor Marcos Pereira] seria o presidente do conselho e com muita influência. Ele é um conselheiro, uma pessoa que se beneficia do dinheiro do narcotráfico, ele é uma pessoa que manipula para ataques."
José Júnior, coordenador do AfroReggae
Há menos de uma semana, a pousada do AfroReggae e a redação do jornal "Voz da Comunidade" — veículo que ficou famoso por informar em tempo real o dia a dia da ocupação — foram incendiadas. Uma pessoa foi presa e outro acusado será ouvido pelo delegado Reginaldo Guilherme da 22ª DP. Há suspeitas de que o incêndio tenha sido criminoso.
"Foi uma ação orquestrada, planejada, feita por gente de fora do Alemão e que tem a ver com as denúncias que venho fazendo sobre determinadas pessoas. Desde fevereiro acontecem coisas estranhas com o pessoal do AfroReggae. É integrante assassinado, tiros na Corrida da Paz e agora esse incêndio. Não posso afirmar com 100% de certeza porque não tenho provas materiais, mas tenho 20 anos de trabalho em favela, com pessoas que saíram do tráfico e sei que vandalismo não existe. Na favela, as coisas acontecem porque alguém manda", desabafou José Júnior, coordenador do grupo AfroReggae, ao chegar à 22ª DP (Penha), na ocasião.
Segundo Júnior, "muitas das coisas estão acontecendo no sentido de fragilizar o governo. Ele [pastor Marcos Pereira] tem uma relação política que basta ver quem ele apoiou como candidatos nas últimas eleições. Ele tem poucas igrejas porque o esquema criminoso dele é enxuto externamente, mas internamente não. Como uma igreja pobre, que se diz pobre tem um apartamento de R$ 8 milhões e coleção de carros importados?
Na terça-feira (16), o advogado do pastor Marcos Pereira, Marcelo Patrício, negou a acusação feita pelo coordenador do AfroReggae, José Júnior, de que teria envolvimento do ataque à pousada no Alemão. Ele afirmou que a declaração é uma forma de tentar sensibilizar o judiciário, já que o pastor está em vias de ser libertado, após o processo de coação a que Marcos respondia ter sido anulado. A reportagem do G1 procurou o advogado de Pereira neste sábado, mas até o fechamento desta publicação ele não havia se pronunciado sobre o caso. "Sempre atuamos na intermdiação de conflitos, para tirar pessoas da prisão. Essa foi a única vez que estimulamos a prisão de alguém", disse Júnior.
Boletim de ocorrência na segunda-feira
José Júnior afirmou que as ameaças serão registradas na próxima segunda-feira (22), na 22ª DP. Até lá, o coordenador da ONG voltará a se reunir com integrantes do grupo AfroReggae. Ele garantiu que nenhum dos mais de 23 funcionários que trabalhavam no Alemão serão demitidos. Como haverá um recesso por conta da Jornada Mundial da Juventude, eles serão realocados em outras unidades do grupo após o feriado religioso.
A unidade, segundo Júnior, atendia 250 jovens, mais os familiares deles e outras pessoas que eram encaminhadas para programas de empregabilidade. O Afroreggae tem uma pousada, um galpão e um prédio no Alemão. "Todos estão fechados, mas irei lá na segunda-feira ver o que ficou dentro do prédio. Aquilo lá é do AfroReggae e não vamos vender nada".
Fonte G1

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Jean Wyllys esbanja verba de gabinete com restaurantes e aluguel de carros

Jean WyllysO deputado e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) gastou R$ 202,62 dos cofres públicos em um luxuoso restaurante na beira da praia de Niterói, no Rio de Janeiro: o Praia de Catiras Restaurante. 

O Portal da Transparência da Câmara confirma ainda que o parlamentar usou R$ 150 da sua verba de gabinete para comer na famosa Churrascaria do Sul, também cravado numa das pontas da Praia de Botafogo, entre o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar – local cercado por muito verde e piscinas, ambiente do mais alto estilo “vida mansa”.
A exemplo do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Wyllys também tem esbanjado dinheiro com aluguel de carros, cerca de R$ 4 mil por mês – mesmo possuindo motorista a disposição, também por nossa conta. Em seis meses, ele já gastou valor equivalente a compra de um carro 0 km.
Procurado pelo Diário do Poder, Jean Wyllys não quis se pronunciar sobre os gastos. Em declaração ao programa humorístico CQC (Custe o Que Custar), da Band, o parlamentar disse que o salário pago aos deputados, de R$ 26,7 mil, é baixo e, para justificar a afirmação, questionou o salário dos empresários – que não saem dos cofres públicos – e admitiu que não se pode usar verba de gabinete com gastos pessoais: “[esse dinheiro] não é para mim”, disse a Marcelo Tas, apresentador do programa. (Diário do Poder)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Rainha dá aprovação final à lei do casamento gay no Reino Unido

O Reino Unido aprovou nesta quarta-feira (17) oficialmente o casamento homossexual, depois que a rainha da Inglaterra sancionou a lei, informou o ministério da Cultura.
Bandeira gay tremula em frente ao prédio do Parlamento, em Londres, durante manifestação nesta segunda-feira (17) (Foto: Andrew Cowie/AFP)
O texto, aprovado na terça-feira pela Câmara dos Comuns, foi impulsionado pelo primeiro-ministro britânico David Cameron, apesar da oposição dentro de seu próprio campo.
"É um momento histórico, que repercutirá na vida de muitas pessoas. Estou muito orgulhosa que o tenhamos tornado possível", afirmou a ministra da Cultura, Maria Miller, cuja pasta elaborou o texto.
Os primeiros casamentos só poderão ser realizados a partir do próximo ano porque o governo tem de resolver algumas questões administrativas, como o efeito sobre as pensões.
Os deputados decidiram não se opor a uma série de emendas menores ao projeto de lei propostas pela Câmara dos Lordes, e deixar assim livre o caminho para o casamento gay na Inglaterra e no Paíse de Gales.
O texto quase nã provocou debate na opinião pública, majoritariamente favorável, mas continua dividindo o Partido Conservador.
Para os britânicos, a mudança é principalmente simbólica, porque os casais gays têm os mesmos direitos de paternidade que os heterossexuais e podem adotar, recorrer à procriação medicamente assistiada e a uma mãe de aluguel, desde que não seja remunerada.
Desde 2005, também existe a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Playboy anuncia modelo evangélica como capa de setembro

A revista Playboy tem o hábito de anunciar antecipadamente quem estará em suas páginas como estratégia de testar a receptividade do público. Já houve casos em que ela antecipou ou postergou algumas capas.
O anúncio de hoje surpreende. A estrela da edição de setembro será a modelo Aline Franzoi. Ela já participou de concursos de Miss e fez uma participação na novela “Guerra dos sexos”. Mas seu sucesso mesmo foi pelo fato de ser a primeira brasileira a trabalhar como ring girl nas competições de UFC.
Com apenas 20 anos, Franzoi já fez um ensaio sensual para a revista “Vip”. Quando perguntada se posaria nua ela alegou que por ser evangélica nunca o faria. Daí a surpresa do anúncio. Mas parece que mudou de ideia.
Quem segue a bela nas redes sociais sabe que ela costuma postar, além das fotos que faz como modelo, muitas mensagens religiosas.  Ainda não se sabe se a revista dará destaque ao fato dela ser evangélica.
Em maio deu uma entrevista ao UOL e declarou “Sou evangélica e uso meu Facebook para dizer o quanto Deus foi e é poderoso em minha vida. E, afinal, o que tem de errado? É muito relativo o que é certo e errado, concilio não só essa nova carreira, como a carreira de modelo também, pois, na minha concepção, Deus olha o nosso coração e a nossa intenção”. Com informações Jornal Extra.

domingo, 14 de julho de 2013

PLC 03/2013: Católicos e evangélicos se unem para pressionar Dilma a vetar ao projeto que autoriza o aborto

Os parlamentares integrantes das bancadas evangélica, católica e da família vão pedir à presidente Dilma Rousseff (PT) que vete o PLC 03/2013, que foi aprovado na última quarta-feira e abre brechas para a prática do aborto.
O projeto, de autoria da deputada Iara Bernardi (PT-SP) passou “despercebido” pelos deputados e foi aprovado por unanimidade juntamente com outros projetos.
A proposta aprovada não fala em aberto diretamente, mas usa em seu 3º artigo um jargão médico – “profilaxia da gravidez” – para que a possibilidade de aborto em casos de abuso sexual seja válida. Na linguagem da medicina, o termo serve para se referir a um tratamento que serve para evitar algo ou uma doença.
Se a presidente Dilma não vetar o projeto, os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão “oferecer às vítimas de violência sexual atendimento emergencial, integral e multidisciplinar”. O texto aponta que violência sexual é “qualquer forma de atividade sexual não consentida”.
Pressão
O deputado Paulo Freire (PR-SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, afirmou em entrevista ao portal Uol que a estratégia que será usada no diálogo com a presidente Dilma será a pressão: “Só com essas frentes temos por volta de 200 deputados, e vamos à presidente pedir esse veto a esse projeto absurdo”.
O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente de Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) fez um mea-culpa na questão e disse que a aprovação foi resultado de um “vício” na análise dos projetos: “Nessa Casa, usa-se muito a palavra-chave. E esse projeto não traz o nome aborto. Aí que nos pegaram. Eles foram muito sagazes”, declarou.
Durante uma audiência pública realizada na Câmara, o padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, que é mestre em Direito, afirmou que a alternativa dos deputados é pedir o veto total do projeto: “Acredito que o veto parcial não pode existir, pois não há como excluir dois artigos. A lei não se sustentaria. Espero que os senhores usem a arte política e negociem com a presidente, pedindo que ela vete, mas oferecendo a ela que o Congresso se comprometeria a votar uma outra lei”, disse.
Jair Bolsonaro (PP-RJ), concordou com o padre e pediu “perdão” por ter deixado o projeto passar: “Eu tenho seis mandatos aqui e não posso alegar inexperiência. Rogo o perdão do senhor [padre] por isso”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+